tudo sobre o sacarrabo
Nome científico: Herpestes ichneumonOutros nomes: Escalavardo, mangusto, rato-de-faraó e também manguço.
Distribuição: Esta espécie de mamífero carnívoro parece ter tido origem nas estepes africanas e está, por este motivo, bastante disseminada por quase todo o continente. Pode ser ainda encontrada em parte do território asiático e também no Sul da Europa, principalmente na Península Ibérica, onde se tem expandido para Norte. Embora no território espanhol a progressão tenha vindo a ser mais lenta, talvez devido à massificação da produção agrícola, em Portugal podem já encontrar-se sacarrabos, com alguma frequência, na zona das Beiras, o que pode estar relacionado com o facto da zona florestal ter aumentado significativamente, com o abandono de terrenos agrícolas, mas também por os seus principais predadores, os linces, terem praticamente deixado de ser encontrados. Neste momento, o grande predador desta espécie é, directa ou indirectamente, o Homem, já que muitos destes animais são atropelados ou envenenados, para além dos que são caçados, legal e ilegalmente.Pensa-se que terá sido introduzido na Península Ibérica pelos árabes, que ocuparam o território a partir do Século VIII. Foi também introduzido em Madagáscar, onde é apontado como factor de desequilíbrio de uma fauna com um equilíbrio ecológico delicado.
Estado de conservação: Esta espécie não corre qualquer risco neste momento.
Alimentação: Os sacarrabos alimentam-se principalmente de pequenos roedores, aves, coelhos, lebres, répteis, anfíbios, ovos e ocasionalmente de alguns vegetais. São conhecidos pela sua perícia em capturar cobras em segurança, utilizando para isso uma série de manobras de evasão, para não serem mordidos, o que em muitos casos poria a sua vida em risco. Tendem a ser animais solitários, mas por vezes também são observados em pequenos grupos, com quatro ou cinco indivíduos, o que lhes permite utilizar algumas técnicas de caça colectiva, não permitindo que as presas lhes escapem.
Características físicas: Um adulto desta espécie tem um comprimento de cerca de 90 centímetros, mede cerca de 20 centímetros de altura e pode pesar até seis quilos. Os machos são mais corpulentos e também mais pesados que as fêmeas. Tem uma pelagem de cor cinzento-acastanhada, o que lhe proporciona uma óptima camuflagem em terreno aberto, ou com vegetação rasteira. O seu focinho é bastante pontiagudo, o que lhe permite uma boa penetração em vegetação densa, quando se sente em perigo.
Reprodução: O período de acasalamento ocorre na Primavera, nascendo as crias no início do Verão.
O tempo de gestação é de pouco mais de 80 dias, findo o qual nascem até quatro crias.
Uma das características desta espécie é a forma como mãe e filhos se movimentam. As mães viajam na frente à procura de caminho seguro, enquanto as crias seguem em fila, com as cabeças encostadas à ponta da cauda do animal da frente, daí serem chamados sacarrabos.As crias vivem com as progenitoras até nascer a ninhada seguinte, altura em que normalmente se tornam independentes ou formam os seus próprios grupos.A maturidade sexual, no entanto, só é atingida por volta dos dois anos de idade.
tudo sobre o alce
Nome científico: Alces alcesDistribuição: Os Alces vivem ainda em liberdade em vastos territórios do Norte da Europa, Rússia e China, também no Centro Norte e Norte dos Estados Unidos, Canadá e Alasca.
Regra geral: os alces são animais solitários e territoriais.
Estado conservação: Não está abrangido por nenhum estatuto de conservação especial, por o seu número ser abundante e ter crescido nos últimos anos.
Gestação e maturidade sexual: As fêmeas alce atingem a maturidade sexual por volta dos dois anos. O tempo de gestação dura cerca 245/250 dias, altura em que nasce em regra apenas uma cria com um peso que varia entre 10/15 kg.
Tamanho: Os alces adultos podem crescer até cerca de 3 metros e pesar mais de 600 kg.
Longevidade: Os alces podem viver até aos 20 anos, embora em cativeiro haja animais que viveram 22 anos.
tudo sobre o puro sangue de arabe
O
cavalo Árabe tem origem numa zona que abrange todo o Médio Oriente e o
Norte de África, não se sabendo ao certo como evoluiu. Julga-se que pode
ter sido apurado nos primeiros séculos da Era Cristã, pelas tribos
guerreiras desta área do globo.O que se sabe ao certo, por pinturas encontradas no Médio Oriente, é que já era montado cerca de 1500 anos a C, portanto será a mais antiga raça de cavalos domesticados conhecida como tal.
Eram basicamente cavalos de guerra, rápidos, ágeis, robustos e corajosos, tendo sido o cavalo de eleição de Napoleão Bonaparte.
A sua polivalência leva que esta raça seja usada em várias tarefas, até porque se encontra bastante difundida pelo mundo, muito bem adaptada a todas as condições climatéricas.
O facto de, durante muitos séculos, se ter desenvolvido em desertos, onde a amplitude térmica é muito grande, conferiu-lhes essas características únicas.
É um excelente cavalo para corridas longas, pela sua grande resistência física, quase inesgotável, e tem a capacidade ímpar de manter uma velocidade constante.
Corajoso, tranquilo e audaz, estas características fazem com que seja um bom cavalo de saltos, e um excelente cavalo de sela e de passeio, sendo especialmente indicado no ensino de futuros cavaleiros.
Quando adulto, pode atingir os 400 kg e ter cerca de 1,55 m de altura média.
As cores mais comuns são: o alazão, o castanho, o preto e o tordilho.
tudo sobre a aguia de asa redonda
Nome científico: Buteo buteoDistribuição: Esta ave de belo voar pode ser encontrada um pouco por toda a Europa, incluindo o território português, e é ainda encontrada até à Ásia Central.Evita o frio fazendo pequenas migrações para sul, onde não exista neve, para se alimentar em campo aberto. Na Primavera e no Verão volta a subir mais para norte, onde encontra bastante alimento nos campos verdes dos países mais frios da Europa.
Alimentação: Da sua alimentação fazem parte todo o género de pequenos roedores, desde ratos, coelhos, esquilos, coelhos, e até furões. Também se alimenta de aves mais pequenas, ou mesmo de carcaças de animais mortos.
Tamanho: Em adulta mede entre 50 e 55 cm e pode ter uma envergadura de cerca de 1,20 metros.
Estatuto de conservação: O seu estatuto de conservação não é preocupante, já que o número de indivíduos ainda é abundante.
Reprodução: A postura desta ave é de 2 a 4 ovos, que eclodem cerca de 34 dias após a postura.
sábado, 2 de agosto de 2008
tudo sobre a onça pintada
A onça-pintada (Panthera onca), também conhecida por jaguar ou jaguaretê, é um mamífero da ordem dos carnívoros, membro da família dos felídeos, encontrada nas regiões quentes e temperadas do continente americano. É um símbolo da fauna brasileira. Os vocábulos "jaguar" e "jaguaretê" têm origem no termo guarani "jaguarete". Na mitologia maia, apesar ter sido cotada como um animal sagrado, era caçada em cerimônias de iniciação dos homens como guerreiros.Distribuição geográfica :
A onça-pintada se espalhava, inicialmente, desde o sul dos Estados Unidos até o norte da Argentina. Porém, seu território de ocupação diminuiu sensivelmente. Costuma ser encontrada em reservas florestais e matas cerradas do Brasil, bem como em outros locais ermos onde vivam mamíferos de pequeno porte de que se alimenta.
Seu habitat preferencial são zonas selvagens, perto de grande corpos de água, freqüentadas por suas presas preferidas. Evita as regiões montanhosas, habitat preferido do puma.
Aparência:
A onça-pintada se parece muito, à primeira vista, com o leopardo. Um exame mais detalhado mostra, contudo, que sua padronagem de pêlo apresenta diferenças significativas. Enquanto o leopardo apresenta rosetas menores mas em maior quantidade, as manchas da onça são mais dispersas e desenham uma roseta maior, algumas delas com pontos pretos no meio. O interior dessas manchas é de um dourado/amarelo mais escuro que o restante da pelagem. Existem também alguns indivíduos melânicos, as chamadas onças-pretas. Elas não pertencem a uma outra espécie, e suas manchas ainda são facilmente reconhecíveis na pelagem escura; trata-se apenas de uma mutação genética na qual os indivíduos produzem mais melanina do que o normal, o que provoca um maior escurecimento da pelagem desses animais.
A cabeça da onça é proporcionalmente maior em relação ao corpo. Um exemplar adulto alcança até 2,10 m de comprimento, chegando a pesar em torno de 115 kg, embora, em média, os machos pesem 90 kg e as fêmeas 75 kg. A altura da cernelha é de aproximadamente 70 cm, sendo o maior felino das Américas.
A onça pintada é o maior mamífero carnívoro do Brasil, e necessita de pelo menos 2 kg de alimento por dia, o que determina a ocupação de um território de 25 a 80 km2 por indivíduo a fim de possibilitar capturar uma grande variedade de presas.
A onça seleciona naturalmente as presas mais fáceis de serem abatidas, em geral indivíduos inexperientes, doentes ou mais velhos, o que pode resultar como benefício para a própria população de presas.
Na época reprodutiva, as onças perdem um pouco os seus hábitos individualistas e o casal demonstra certo apego, chegando inclusive a haver cooperação na caça. Normalmente, o macho separa-se da fêmea antes dos filhotes nascerem. Em geral, após cem dias de gestação nascem, no interior de uma toca, dois filhotes - inicialmente com os olhos fechados. Ao final de duas semanas abrem os olhos e só depois de dois meses saem da toca. Quando atingem de 1,5 a 2 anos, separam-se da reprodutora, tornando-se sexualmente maduros e podendo assim se reproduzirem.
Apesar de serem tão temidas, fogem da presença humana e mesmo nas histórias mais antigas, são raros os casos de ataque ao homem. Como necessita de um amplo território para sobreviver, pode "invadir" fazendas em busca de animais domésticos, despertando, assim, a ira dos fazendeiros que a matam sem piedade. Por esse motivo, e sobretudo pela rápida redução de seu habitat, esse felídeo, naturalmente raro, ainda encontra-se a beira da extinção no Brasil.
Alimentação:
A onça-pintada é uma excelente caçadora. As patas curtas não lhe permitem longas corridas, porém lhe proporcionam grande força, fundamental para dominar animais possantes como antas, capivaras, queixadas, tamanduás e até mesmo jacarés. Ocasionalmente esses felinos atacam e devoram grandes serpentes (jibóias e sucuris), quando a fome aperta e não encontram outra presa. Na Venezuela foram registrados casos de onças a devorar sucuris adultas. Enquanto os outros grandes felinos matam suas vítimas, mordendo-as no pescoço, a onça o faz atacando-as diretamente na cervical, graças a suas mandíbulas poderosas, as mais fortes de todos os felinos e a segunda mais forte entre os carnívoros terrestres. Esses felinos frequentemente matam animais como a capivara e pequenos macacos mordendo lhes o crânio, sendo o único felino a fazer isto. A mordida de uma onça pode facilmente atravessar o casco de uma tartaruga. Apesar disso, a onça não se furta em comer pequenos animais se a chance lhe aparece.
Reprodução :
As onças-pintadas são solitárias e só buscam a companhia de um par durante a época de acasalamento. A gestação dura em média 100 dias e até quatro filhotes podem ser gerados. Estes nascem cegos e passam a enxergar após 2 semanas. A fêmea só cria até dois por ninhada, permanecendo os filhotes com a mãe até os dois anos de idade. Os machos atingem a maturidade sexual em torno dos três anos, enquanto as fêmeas alcançam com dois anos. Em cativeiro, as onças vivem até 20 anos. A expectativa de vida para animais selvagens cai pela metade.
Status de conservação:
A caça pela pele, a destruição de seus habitats, o isolamento populacional e a caça e envenenamento por parte de pecuaristas têm contribuído para o declínio do números de onças em toda a América.
A onça-pintada extinguiu-se nos Estados Unidos da América em 1986, tendo sido avistada pela última vez no Arizona.
Dados gerais:
Comprimento: Até 2,10 m
Peso: Cerca de 110 kg (P. onca palustris)
Gestação: 100 dias (média)
Número de filhotes: De 1 a 4
Longevidade: 20 anos
Hábito alimentar: Carnívoro; noturno e crepuscular
Alimentação: Queixadas, tamanduás, antas, capivaras, pequenos macacos, entre outros.
Curiosidades:
A onça-pintada é o único grande felino que não ruge.
Simulações bio-mecânicas mostraram que a mordida da onça é mais potente dentre todos os felinos, superando a do tigre.
Classificação científica
Reino:Animalia
Filo:Chordata
Classe:Mammalia
Ordem:Carnivora
Família:Felidae
Género:Panthera
Espécie:P. onca
tudo sobre a coruja
A superstição popular diz que adivinham a morte com o seu piar e esvoaçar. Julgava-se também que essas aves gostam de azeite por visitarem as igrejas durante a noite, onde existiam lamparinas de azeite acesas. Na realidade elas procuravam os insectos atraídos pela luz das lamparinas. Os filhotes de corujas podem ser vítimas de outros predadores como o gavião.
Classificação científica
Reino:Animal
Filo:Cordado
Classe:Aves
Ordem:Strigiformes
Famílias: Strigidae Tytonidae
tudo sobre o pardal
O pardal é nome genérico dado aos pequenos pássaros da família Passeridae, género Passer e Petronia. Os pardais são aves
cosmopolitas e adaptam-se bem a áreas urbanizadas e à convivência com
os seres humanos. Alimentam-se à base de sementes durante a maior parte
do ano e de insectos na época de reprodução. O pardal-doméstico foi introduzido pelo Homem em todos os continentes e é atualmente a espécie de ave com maior distribuição geográfica.Classificação científica
Reino:Animalia
Filo:Chordata
Classe:Aves
Ordem:Passeri
Família:Passeridae
Género:PasserPetronia
tudo sobre a andorinha
As andorinhas são um grupo de aves passariformes da família Hirundinidae. A família destaca-se dos restantes pássaros pelas adaptações desenvolvidas para a alimentação aérea.As andorinhas caçam insectos no ar e para tal desenvolveram um corpo fusiforme e asas relativamente longas e pontiagudas.
Classificação científica
Reino:Animalia
Filo:Chordata
Classe:Aves
Ordem:Passeriformes
Subordem:Passeri
Família:Hirundinidae
tudo sobre a cegonha-branca

A
cegonha-branca (Ciconia ciconia) possui plumagem branca, exceto nas
rêmiges das suas asas, que são de um negro lustroso. A cegonha adulta
pode atingir a altura de tanto quanto 1,2 m, medindo quase 1,2 m de
comprimento do corpo, com uma magnífica envergadura das asas, que podem
estender-se até 2 m. Seu longo bico vermelho, amplo na base e
pontiagudo, é usado pela cegonha para buscar no lodaçal rãs, peixes ou pequenos répteis. Além de pequenas criaturas aquáticas, alimenta-se de gafanhotos e locustas, e pode também recorrer a carniça e detritos.
Espécie:C. ciconia
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
tudo sobre o panda-vermelho
Nome popular: Panda VermelhoNome Científico: Ailurus fulgens
Distribuição geográfica: Nepal, no Sikkim, norte da Birmânia e sul da China.
Habitat natural: Principalmente as árvores.
Hábitos alimentares: Alimenta-se de ervas, frutos, raízes e brotos de bambu. Come também insectos e crias de pássaros.
Tamanho: Altura: até 35 cm.
Comprimento: até 60 cm; Mais 40 cm de cauda.
Peso: Até 4 kg.
Período de gestação: 90 a 150 dias.
Número de crias: 1 a 4
Tempo médio de vida: 8 a 10 anos.
Estado de conservação da espécie: A espécie encontra-se ameaçada devido sobretudo à destruição do seu habitat.
tudo sobre o ornitorrinco
Nome popular: Ornitorrinco
Nome Científico: Ornithorhynchus anatinus
Distribuição geográfica: Secção oriental da Austrália e ilha da Tasmânia.
Habitat natural: Rios e lagos de água doce, bem como túneis subterrâneos que escava no solo.
Hábitos alimentares: O ornitorrinco é carnívoro e alimenta-se de insectos, vermes e crustáceos de água doce.
Tamanho: 40 cm, mais 13 cm de cauda.
Peso: Chega a pesar, no máximo, 4 kg.
Período de gestação: O ornitorrinco é o único mamífero que põe
ovos. O período de incubação dos ovos é de 10 dias.
Número de crias: 2 ou 3 ovos em cada postura.
Tempo médio de vida: 15 anos
Estado de conservação da espécie: A poluição dos rios e lagos tem destruído significativamente a população de ornitorrincos.
tudo sobre o rinoceronte negro
Nome popular: Rinoceronte negroNome Científico: Diceros bicornis
Distribuição geográfica: África do Sul, Quénia, Malawi, Namíbia, Suazilândia, Tanzânia e Zimbabué.
Habitat natural: pastagens, savanas e locais com abundância de arbustos.
Hábitos alimentares: é herbívoro. Come folhas de acácias e ervas. Desloca-se a grandes distâncias para conseguir água.
Tamanho: O comprimento varia entre os 3 metros e os 3,80 metros. A altura situa-se entre 1,40 metros e 1,70 metros.
Peso: De 800 kg a 1350 kg.
Período de gestação: De 420 a 570 dias.
Número de crias: 1
Tempo médio de vida: Cerca de 35 anos.
Estado de conservação das espécies: Todas as espécies de rinocerontes se encontram ameaçadas de extinção, devido ao facto de serem muito pouco férteis – cada fêmea só tem uma cria de 2 em 2 anos – e, portanto, muito vulneráveis à caça, para além de sofrerem pela destruição do seu habitat. Eles têm sido caçados intensivamente porque praticamente todas as suas partes são usadas na medicina tradicional. A parte mais valiosa é o corno, que tem sido usado como afrodisíaco, para curar febres, para cabos de adagas, ou para preparar uma poção que supostamente permite detectar venenos.
tudo sobre o lobo-iberico
Nome popular: Lobo-Ibérico.Nome Científico: Canis lupus signatus
Distribuição geográfica: Norte da Península Ibérica.
Habitat natural: Florestas.
Hábitos alimentares: A alimentação é muito variada, dependendo da existência ou não de presas selvagens e dos vários tipos de pastoreio presentes em cada região. As principais presas selvagens do lobo são o javali, o corço e o veado, e as presas domésticas mais comuns são a ovelha, a cabra, o cavalo e a vaca. Ocasionalmente também mata e come cães e aproveita cadáveres que encontra.
Tamanho: Comprimento: 1,10 m até 1,40 m; mais 30 a 45 cm de cauda.
Peso: Machos: 30 a 40 kg; Fêmeas: 25 a 35 kg.
Período de gestação: cerca de 2 meses.
Número de crias: 3 a 8
Tempo médio de vida: Vivem um máximo de 15 anos.
Estado de conservação da espécie: As causas do declínio do lobo são a sua perseguição directa e o extermínio das suas presas selvagens. O declínio é actualmente agravado pela fragmentação e destruição do habitat e pelo aumento do número de cães vadios/assilvestrados.
tudo sobre a aguia - real
Nome popular: Águia-realNome Científico: Aquila chrysaetos
Distribuição geográfica: A águia-real distribui-se geograficamente por grande parte do Hemisfério Norte. Na Europa encontra-se relativamente bem distribuída. Actualmente, a população europeia estima-se entre os 5000 e os 7200 casais nidificantes. A população nacional encontra-se estimada entre 56 e 63 casais nidificantes, devendo estar a aumentar ligeiramente. A maior parte da população nidifica no Nordeste transmontano e Alto Douro. Os demais casais distribuem-se nas serras da Peneda, Gerês, região do Tejo Internacional, Marão, troço médio do Guadiana e pontualmente noutras áreas.
Habitat natural: Espécie que essencialmente nidifica em habitats rupícolas (rochosos), no entanto, se estes meios escassearem pode construir os seus ninhos em árvores. Na Península Ibérica aproximadamente 90% dos casais constroem os seus ninhos em meios rupícolas. Pode nidificar desde o nível do mar até altitudes superiores aos 2000 metros. Contudo, na Península prefere claramente as áreas montanhosas e com menor pressão humana. Florestas, serras e montanhas da Europa.
Hábitos alimentares: Alimenta-se de mamíferos, aves e répteis de tamanho médio, podendo recorrer de igual modo a animais mortos. Na maior parte das situações, as principais presas consumidas são coelhos, lebres e várias espécies de galiformes. Captura com alguma frequência outras espécies de predadores, como raposas ou genetas. Geralmente, captura as suas presas no solo, caçando preferencialmente em áreas abertas, evitando zonas muito arborizadas.
Alimenta-se de sementes e frutas. Em cativeiro, é comum comer amendoim, girassol, milho verde e frutas.
Tamanho: 95 cm de comprimento e até 2m de envergadura (é a maior das águias).
Peso: De 3 kg até 6,125 kg.
Período de gestação: A águia-real é uma espécie monogâmica, que realiza apenas uma postura por ano, sendo normalmente constituída por 2 ovos (por vezes, pode apresentar 1 ou 3 ovos). As aves incubam os ovos durante 43-45 dias. Este trabalho é feito por ambos os elementos do casal, contudo a fêmea permanece mais tempo no ninho. O ninho é constituído por uma pilha de ramos e outro tipo de materiais vegetais.
Número de crias: 1 a 3 ovos.
Tempo médio de vida: Máximo de 32 anos em liberdade; máximo de 46 anos em cativeiro.
Estado de conservação da espécie: Está em vias de extinção porque o homem destruiu o seu habitat e teima em roubar-lhe a sua fonte de alimento: a caça.
tudo sobre a arara azul grande
Nome popular: Arara Azul GrandeNome Científico: Anodorhynchus hyacinthinus
Distribuição geográfica: Norte e Nordeste do Brasil.
Vive nas matas do interior do Brasil: Maranhão, Bahia, Mato Grosso, Minas Gerais e Goiás. Hoje é raro encontrá-la em liberdade. Mas, no interior da Bahia, ainda podemos encontrar alguns espécimes em liberdade.
Habitat natural: Florestas tropicais.
Hábitos alimentares: É omnívora. Alimenta-se de sementes e frutas. Em cativeiro, é comum comer amendoim, girassol, milho verde e frutas.
Tamanho: Até 1,10 metro. É a maior ave da família dos psitacídeos.
Peso: Cerca de 500 g
Período de gestação: O período de incubação dura 30 dias.
Número de crias: Costumam nascer 2 crias de cada vez. São alimentadas pelos adultos, que regurgitam a comida. Elas chegam à idade adulta aos 6 meses.
Tempo médio de vida: 30 anos.
Estado de conservação da espécie: Esta espécie está em extinção, principalmente devido à destruição do seu habitat natural e à expansão humana para os territórios que antes eram “propriedade” das araras e que agora se “humanizaram”.
tudo sobre a Angwantibo
NOME COMUM: AngwantiboNOME EM INGLÊS: Common Angwantibo
NOME CIENTÍFICO: Arctocebus calabarensis
FILO: Chordata
CLASSE: Mammalia
ORDEM: Primates
FAMÍLIA: Lorisidae
CARACTERÍSTICAS: Comprimento: de 25 a 53 cm
Peso: 250g 4 pernas de igual tamanho polegar oponível, e pequeno dedo indicador.
Anda nas árvores e caça à noite alimento: insetos ( principalmente lagartas) Não muito ligeiro, e louco por insetos, o "angwantibo" se especializa em caçar lagartas. Com seu faro apurado, ele pode encontrá-las pelo cheiro. Algumas lagartas são cobertas de pelos urticantes, mas o "angwantibo" não se incomoda com isto, pois tira-lhes a pele antes de engoli-las. Não se faz qualquer som além de roncar e chiar quando assustado. Agarra-se aos galhos das árvores com tanta força que é muito difícil faze-lo solta-se. Esse pequeno primata sem cauda é muito sensível ao ruído. Ele sai a noite, andando silenciosamente pelas capoeiras e florestas da República dos Camarões (África equatorial). Quando está em perigo, é capaz de se mover tão lentamente a ponto de não se perceber. Desse modo ele escapa de seus inimigos carnívoros, que costumam localizar os macacos pela agitação das folhas nas árvores. cada "angwantibo" vive separado de seus semelhantes e, apesar de seu porte diminuto, ocupa um território extenso (vários hectares). O poto, também africano, o "angwantibo" e lóris, da Ásia (duas espécies asiáticas ) e os galapos africanos formam a família dos lorisídeos.
tudo sobre a iguana-verde
Origem: América Central e norte da América do Sul.Tamanho: de 1,5 a 1,8 m em cativeiro. Na natureza atingem os 2 m.
Hábitos: diurnos e arborícolas. Vive na copa das árvores próximas aos cursos d'água.
Terrário: espaçoso (4 x 2 x 1,5 m) para um animal adulto, com pedras e troncos. Umidade de 60 a 80 % e temperatura entre 27 e 36 ºC.
Reprodução: ovípara, com postura de muitos ovos.
Manuseio: aceitam bem desde que acostumados desde filhotes.
O Iguana é talvez um dos répteis de maior expressão em cativeiro, ao lado das tartarugas. O corpo é forte, comprimido lateralmente, sendo 2/3 correspondentes ao comprimento da cauda. Os membros são bem desenvolvidos e fortes, com dedos compridos. Apresenta uma enorme escama arredondada abaixo do tímpano, uma prega de pele na região gular (pescoço) e uma crista no alto da cabeça, características mais desenvolvidas nos machos. A coloração nos jovens é verde intensa e com o passar dos anos vão aparecendo bandas escuras ao longo do corpo e da cauda.
Alimentação: Os filhotes e jovens alimentam-se preferencialmente de insetos, podendo ser dado também alcon ReptoLife . Os adultos, por outro lado, tornam-se quase exclusivamente vegetarianos e aceitam em cativeiro legumes e frutas, bem como flores de Hibisco, Ipê, Macieira e pétalas de rosa. Para uma alimentação prática e variada deve-se fornecer Alcon Club Répteis Legumes e Frutas , composto de uma grande variedade de vegetais desidratados. É muito importante fornecer suplementação vitamínica na alimentação, com uso de Labcon Reptovit 2 a 3 vezes por semana
Cativeiro: O terrário deve ser amplo e conter troncos e galhos em abundância. É importante que haja uma grande cuba de água no interior do terrário para auxiliar nos níveis de umidade, para beber e até para o banho, se ela o desejar. Precisa exercitar-se, para não ficar obesa. Da mesma forma, precisa ficar exposta aos raios ultravioleta artificiais ou solares, para que possa desenvolver-se bem e com saúde.
tudo sobre a chinchila

NOME CIENTÍFICO: Chinchilla lanigera
ORDEM: Roedores
SUBORDEM: Simplice-dentate
TRIBO: Hystricomorfhus ou Lagostomides
FAMÍLIA: Chinchilidae
GÊNERO: Chinchila
ESPÉCIE: Chinchila Lanígera Chinchila Real Chinchila Brevicaudata
GESTAÇÃO: 111 dias
Nº DE FILHOTES: média de 2 filhotes
Nº DE CRIAS: 2 por ano
VIDA MÉDIA: 13 anos
Criar chinchila não é uma atividade difícil mas requer dedicação, paciência e sobretudo amor pela chinchila.
Este simpático bichinho é um animal muito dócil, se alimenta pouco e não incomoda com ruídos ou com cheiros desagradáveis.
A chinchila é um animal tranquilo e tímido por natureza portanto o meio ambiente que lhe proporcionamos deve ser tranquilo, longe de ruídos. A tranquilidade que se proporciona à chinchila será em função da sua característica de ser um animal de hábitos noturnos que, sem requerer muitos cuidados, deve descansar durante o dia e à noite estar ativo.
Criar chinchila não é uma atividade difícil mas requer dedicação, paciência e sobretudo amor pela chinchila.
Este simpático bichinho é um animal muito dócil, se alimenta pouco e não incomoda com ruídos ou com cheiros desagradáveis.
A chinchila é um animal tranquilo e tímido por natureza portanto o meio ambiente que lhe proporcionamos deve ser tranquilo, longe de ruídos. A tranquilidade que se proporciona à chinchila será em função da sua característica de ser um animal de hábitos noturnos que, sem requerer muitos cuidados, deve descansar durante o dia e à noite estar ativo.
Alimentação
A chinchila come em média 30 gramas de ração por dia. O regime alimentar será o mais simples possível, porém satisfazendo as necessidades nutritivas. Deverá ter sempre à sua disposição alimento e água. Seu cardápio constará de: Alimento fibroso Constituída pelo feno, que pode ser de alfafa (a mais indicada pois ficará à disposição do animal numa separação que leva à jaula), palha de leguminosas ou pasto além de uva passa e maçã sem casca. Este alimento deve ser renovado todos os dias.
A chinchila come em média 30 gramas de ração por dia. O regime alimentar será o mais simples possível, porém satisfazendo as necessidades nutritivas. Deverá ter sempre à sua disposição alimento e água. Seu cardápio constará de: Alimento fibroso Constituída pelo feno, que pode ser de alfafa (a mais indicada pois ficará à disposição do animal numa separação que leva à jaula), palha de leguminosas ou pasto além de uva passa e maçã sem casca. Este alimento deve ser renovado todos os dias.
Ração Concentrada
Hoje já existe ração própria vendida em casa especializadas na venda de ração (agropecuáreas). Esta ração é balanceada e possui quase todos os nutrientes necessários para a chinchila. A ração ficará à disposição do animal e também deve ser renovado diariamente. Recomendamos Alcon Hamster Sticks , alfafa, uva passa e maçã sem casca, acrescidos de Labcon Roevit .
Apesar dos cuidados na fabricação da ração é recomendado uma suplementação de vitamina A, D e E. Esta complementação deve ser dada com orientação de um médico veterinário.
Manter sempre um bloco Alcon Rodent à disposição.
Hoje já existe ração própria vendida em casa especializadas na venda de ração (agropecuáreas). Esta ração é balanceada e possui quase todos os nutrientes necessários para a chinchila. A ração ficará à disposição do animal e também deve ser renovado diariamente. Recomendamos Alcon Hamster Sticks , alfafa, uva passa e maçã sem casca, acrescidos de Labcon Roevit .
Apesar dos cuidados na fabricação da ração é recomendado uma suplementação de vitamina A, D e E. Esta complementação deve ser dada com orientação de um médico veterinário.
Manter sempre um bloco Alcon Rodent à disposição.
Água
A água deve ser limpa e fresca e estar à disposição do animal. Já existe no mercado bicos para bebedouros automáticos através do qual a chinchila suga a água, assim, está sempre limpa e evita a contaminação e molhar a gaiola.
Os restos de alimento serão retirados diariamente, pois azedam e mofam rapidamente, podendo ser a causa de múltiplas enfermidades.
A água deve ser limpa e fresca e estar à disposição do animal. Já existe no mercado bicos para bebedouros automáticos através do qual a chinchila suga a água, assim, está sempre limpa e evita a contaminação e molhar a gaiola.
Os restos de alimento serão retirados diariamente, pois azedam e mofam rapidamente, podendo ser a causa de múltiplas enfermidades.
Higiene
A higiene da chinchila é feita com um recipiente de carbonato de cálcio, malha 100, uma substância semelhante a areia. Esta medida é necessária, pois contribui para a limpeza do pêlo e pele e é desengordurante e refrescante. O banho deve ser feito diariamente pela manhã, por um espaço de 10 minutos.
Devemos manter a gaiola constantemente limpas. O bebedouro será limpo diariamente com água abundante; uma vez por semana deve ser limpo com água quente e antisséptico, tendo a precaução de enxaguá-lo repetidamente. Os comedouros sofrerão o mesmo tratamento. As gaiolas e ninhos terão o mesmo tratamento de limpeza uma vez por semana.
A higiene da chinchila é feita com um recipiente de carbonato de cálcio, malha 100, uma substância semelhante a areia. Esta medida é necessária, pois contribui para a limpeza do pêlo e pele e é desengordurante e refrescante. O banho deve ser feito diariamente pela manhã, por um espaço de 10 minutos.
Devemos manter a gaiola constantemente limpas. O bebedouro será limpo diariamente com água abundante; uma vez por semana deve ser limpo com água quente e antisséptico, tendo a precaução de enxaguá-lo repetidamente. Os comedouros sofrerão o mesmo tratamento. As gaiolas e ninhos terão o mesmo tratamento de limpeza uma vez por semana.
Reprodução
A fêmea é maior que o macho, é mais agressiva e pesa mais. Aos seis meses de idade alcança sua maturidade sexual. O cio se apresenta cada 28 dias.
Pode ser coberta em qualquer época do ano ainda que os criadores indiquem qua a fertilidade é maior durante o inverno. O cio dura 5 dias.
O período de gestação é de 111 dias. Nos primeiros trinta dias de prenhez, observa-se perda gradual de peso, 30 gramas aproximadamente. Ao segundo mês recupera o peso e inicia paulatinamente o aumento até 60 gramas sobre o peso inicial. No terceiro mês, o peso alcança 120 a 180 gramas e aproximadamente 10 dias antes do parto perdem novamente 30 gramas.
A fêmea é maior que o macho, é mais agressiva e pesa mais. Aos seis meses de idade alcança sua maturidade sexual. O cio se apresenta cada 28 dias.
Pode ser coberta em qualquer época do ano ainda que os criadores indiquem qua a fertilidade é maior durante o inverno. O cio dura 5 dias.
O período de gestação é de 111 dias. Nos primeiros trinta dias de prenhez, observa-se perda gradual de peso, 30 gramas aproximadamente. Ao segundo mês recupera o peso e inicia paulatinamente o aumento até 60 gramas sobre o peso inicial. No terceiro mês, o peso alcança 120 a 180 gramas e aproximadamente 10 dias antes do parto perdem novamente 30 gramas.
Outras mudanças fisiológicas
são: turgidez e avermelhamento dos bicos das mamas, aumento da glândula
mamária, inatividade, aumento de tamanho do abdome. O parto ocorre
durante as primeiras horas da manhã ou em plena noite, com a duração de
uma hora ainda que possa prolongar-se até 24 horas.
A fêmea é receptiva ao macho, durante o cio e imediatamente após o parto, durante um período aproximado de 36 horas.
O macho convive pacificamente com a fêmea durante o parto, tanto que existe a possibilidade (e é frequente) de cobertura logo após o parto.
A fêmea é receptiva ao macho, durante o cio e imediatamente após o parto, durante um período aproximado de 36 horas.
O macho convive pacificamente com a fêmea durante o parto, tanto que existe a possibilidade (e é frequente) de cobertura logo após o parto.
Filhotes
A média é de 2 filhotes por parto. Pode variar de 1 a 6, porem, em partos com mais de 3 filhotes a mortalidade infantil é muito elevada. A chinchila nasce com olhos completamente abertos, em grande atividade, o corpo coberto totalmente de pele e pesa aproximadamente 30 a 60 gramas.
A média é de 2 filhotes por parto. Pode variar de 1 a 6, porem, em partos com mais de 3 filhotes a mortalidade infantil é muito elevada. A chinchila nasce com olhos completamente abertos, em grande atividade, o corpo coberto totalmente de pele e pesa aproximadamente 30 a 60 gramas.
Também
nasce com a dentição completa: dois incisivos superiores, dois
inferiores e oito molares em cada mandíbula, num total de 20 dentes. Com
três semanas, o recém-nascido pode mastigar e ingerir o alimento na
forma de ração ou "pellets". Muitos criadores, durante a primeira
semana, administram meia colherinha de aveia moída seca (crua). O
desmame é completado entre 30 e 45 dias; nesta oportunidade as crias
separam-se da mãe, colocando-se em jaulas individuais de acordo com o
fim para o qual são selecionadas, seja como reprodutores ou para pele.
Alguns criadores mantêm as crias juntas numa mesma jaula, mas
impreterivelmente, aos quatro meses, devem ser colocadas em jaulas
individuais.
tudo sobre a gineta
Nome científico: Genetta genettaOutros Nomes:Gato toirão
Distribuição: As ginetas podem ser encontradas no Norte e no Centro de África, no Médio Oriente e na Europa, principalmente em Portugal, França e Espanha. No entanto, o seu território parece estar a alastrar mais para Norte. Aparentemente, as ginetas terão sido trazidas para o Sul da Península Ibérica pelos árabes, quando estes aqui chegaram, e ter-se-ão adaptado com facilidade ao território, bastante mais arborizado que os das suas origens e daí o sucesso desta espécie que parece querer continuar a proliferar.Em algumas regiões do Norte de África são tratadas como animal de companhia, de forma idêntica aos gatos. Principalmente nas zonas rurais, onde desempenha um precioso papel no equilíbrio de roedores e répteis nas habitações e logradouros.
Alimentação: Estes animais são predadores de hábitos predominantemente nocturnos. O sucesso desta espécie parece estar também ligado ao facto das ginetas comerem tudo o que mexa, sejam peixes, répteis e anfíbios, pequenos mamíferos roedores ou mesmo qualquer tipo de ave que consigam capturar, independentemente de serem animais selvagens ou domésticos, o que começa a criar algum mal estar com as populações que criam animais de pequeno porte para sua alimentação e os vêem desaparecer durante a noite. Também não poucas vezes as ginetas são observadas a comer frutos e insectos.
Estado de conservação: Como já se viu anteriormente, as ginetas não correm qualquer tipo de risco a curto ou médio prazo. Também não têm outros predadores para além do Homem ou de algumas grandes aves de rapina, embora o facto de viverem nas florestas as proteja bastante das aves. O maior factor de risco para esta espécie são os carros, e os atropelamentos são muito frequentes.O seu estado de conservação é assim considerado pouco preocupante (LC).
Gestação e maturidade sexual: As ginetas atingem a maturidade sexual após o ano de idade. O período de gestação é de cerca de 11 semanas, findos os quais nascem em média duas a três crias. Existem na Europa dois picos anuais de acasalamento desta espécie, um no início do ano entre Janeiro e Fevereiro, e um outro, no fim da Primavera, entre Maio e Junho. As ginetas têm as crias em tocas nas árvores, debaixo de pedras ou em buracos no solo, os mesmos que utilizam para se esconderem durante o período diurno.
Tamanho: As ginetas podem atingir cerca de 110 centímetros de comprimento e 25 centímetros de altura e pesar até 2,5 quilos.
Longevidade: Esta espécie pode atingir os 10 anos a viver em liberdade, embora em cativeiro quase duplique a sua esperança de vida.
tudo sobre o suricato
Os
suricatos são mamíferos da família dos mangustos. Eles vivem em bandos e
habitam algumas das áreas mais inóspitas do planeta. Apesar de pequenos
(medem 30 centímetros de altura), são animais valentes e enfrentam até
cobras.Ordem: Carnívora
Família: Herpestidae
Nome científico: Suricata suricatta
Nome popular: Suricato
Nome em inglês: Meerkat
Altura: 30 centímetros. O rabo tem mais 20 centímetros e é usado como apoio para equilibrar o animal, quando ele fica de pé.
Peso: 900 gramas
Atividade: são animais diurnos, que usam sua pele escura para se aquecer.
Ciclo de vida: de 12 a 14 anos
Onde é encontrado: Sudeste da Angola, Namíbia, Botsuana e África do Sul. Vivem em tocas divididas com esquilos e outros mangustos. Os bandos mudam-se várias vezes por ano, quando a comida se torna escassa. Uma vez alojados, são animais territoriais e defendem ferozmente suas tocas de bandos rivais.
Principais predadores: águias e chacais.
Defesa: os suricatos se dividem na tarefa de patrulhar as tocas. Um grupo está sempre de guarda enquanto os outros dormem ou procuram alimentos.
O que comem: escorpiões (são imunes ao seu veneno), besouros, aranhas, centopéias, miriápodes, minhocas, grilos, pequenos mamíferos, pequenos répteis, pássaros, ovos, tubérculos e raízes.
Procriação: o macho e a fêmea que lideram o grupo têm a maioria das crias. Nascem de dois a cinco filhotes por ninhada. Na natureza, o acasalamento acontece entre outubro e abril (em cativeiro, durante o ano todo).
Crescimento: vários adultos do bando se revezam na tarefa de cuidar dos filhotes, enquanto as mães se alimentam. Os pequenos suricatos atingem a maturidade sexual ao completar um ano de idade.
quinta-feira, 31 de julho de 2008
tudo sobre a otaria
NOME COMUM: OtáriaNOME EM INGLÊS: Northern Fur Seal
NOME CIENTÍFICO: callorhinus ursinus
FILO: Chordata
CLASSE: Mammalia
ORDEM: Pinnipedia
FAMÍLIA: Otaridae
COMPRIMENTO: macho - 2,60 m e fêmea - 1,70 m
PESO: Machos pesam 450-600 libras (200-275 kg) Fêmeas pesam 90-110 libras (40-50 kg) PELAGEM: em tufos, metade dos quais perdida em cada muda Este mamífero têm pele muito espessa com duas capas. Há pêlos longos muito densos e impermeáveis; (o subpêlo é isolante e tem 54.000 pêlos por cm quadrado).
TEMPO DE VIDA: 20 anos
GESTAÇÃO: 11 meses
NÚMERO DE FILHOTES: normalmente um.
PESO DO FILHOTE AO NASCER: 7 kg
HABITAT: vive nas águas frias no Oceano Pacífico (sobre 32° latitude norte). Várias centenas de milhares dessas focas vivem ao largo das costas da África, Nova Zelândia, Austrália e ilhas Galápagos.
HABITOS: Possuem hábitos noturnos e são animais inteligentes e sociais vivendo em comunidade em grandes grupos em terra (chamado colônias) e grupos menores na água (chamado balsas). As áreas de procriação são chamadas viveiros.
DIETA: Otárias são carnívoros e caçam à noite (seus hábitos são principalmente noturnos). Eles comem peixe, calamar, e polvos.Eles não mastigam a comida; eles engolem em pedaços grossos grandes.
PREDADOR: As otárias são caçadas pelas Orcas, alguns tubarões, raposas, e leões marinhos.
A Otária, cuja existência tem sido ameaçada pela caça intensiva, está hoje protegida em muitas regiões. Seu pêlo espesso e brilhante é castanho, preto ou cinzento e, às vezes, uma combinação dos três. Tem a testa alta e o focinho mais pronunciado que outras espécies, como a foca-da-Califórnia. De pescoço longo e musculoso, a otária tem cauda curta e pés alongados que servem de remo. Várias centenas de milhares dessas focas vivem ao largo das costas da África, Nova Zelândia, Austrália e ilhas Galápagos. Não são migratórias, mas empreendem longas viagens de até 1300 km em busca de alimento.
Na ordem Pinnipedia (que inclui focas e morsas), somente a otária apresenta muda de pêlo, que ocorre no fim do verão. Em novembro, na época do acasalamento, as otárias reúnem-se em grandes grupos. Cinco ou dez fêmeas formam um harém. Após uma gestação de onze meses, nascem os filhotes, geralmente um único por ninhada. Pesam então cerca de 7 kg. Seu pêlo lanoso cai depois de quatro meses para ser substituído por uma pelagem de cor verde-oliva e branca; com um ano, essa pelagem é cizento-dourada. Durante dez meses, os filhotes são alimentados semanalmente.
tudo sobre a chita
Nome científico: Acinonyx jubatusDistribuição: As chitas podem, neste momento, ser encontradas no Centro e Sul do continente africano. Este animal já foi presença frequente no Médio Oriente e em alguns territórios asiáticos, embora actualmente seja muito raro avistá-lo nestas paragens.
Solitária: Ao contrário de outros felinos africanos, a chita é um animal solitário, que só se faz acompanhar pelos filhos, se os tiver. Os irmãos também se mantêm juntos durante algum tempo após a mãe considerar que estão preparados para viverem sozinhos.
Velocidade: A chita é um animal extremamente veloz. Apresenta características morfológicas diferentes de outros felinos, nomeadamente, as suas unhas não são retracteis, e todo o seu corpo é músculo moldado para ser um velocista, não utilizando a força como maior trunfo.O seu tamanho corporal limita o tamanho das presas que a chita consegue caçar, mas a sua velocidade permite que apanhe presas que também sejam muita ágeis.Sendo o animal terrestre mais veloz, chega a atingir os 110 km por hora, e nunca pode fazer corridas superiores a 10 segundos. Por este motivo, a chita tem de caçar à primeira, pois se falhar vai ter de esperar até que a sua temperatura volte ao normal para poder voltar a perseguir uma presa. Assim, a chita escolhe uma vítima em campo aberto, e vai lentamente tentar uma aproximação, alheando-se de todos os outros animais, para aumentar a probabilidade de sucesso. Se chegar ao ponto de achar que vai ser bem sucedida, tentará então um ataque de surpresa.As prezas favoritas das chitas são as gazelas e impalas, que consegue arrastar com facilidade e que permitem não sofrer muitos danos físicos, se eventualmente falhar.
Perigos: Dada a sua estatura e o facto de viver de forma solitária, a chita encontra muitos carnívoros, nomeadamente as hienas, que sistematicamente vão tentar levar a sua presa. Então, quando caça, leva a presa para uma zona mais protegida e de onde possa observar os movimentos em seu redor para mais facilmente poder defender-se.
Reprodução: As chitas têm ninhadas de dois ou três filhotes, e a gestação dura cerca de 90 dias. A mãe amamenta as crias em exclusivo até estas terem cerca de 60 dias, depois e até aos seis meses caça sozinha para eles e por volta dessa altura começa a ensiná-los a caçar. Até aos dois anos, caçam e vivem juntos, e quando a mãe acha que estão preparados para sobreviver sozinhos, desaparece para nunca mais voltar. As jovens crias permanecem ainda juntas durante alguns meses, mas progressivamente vão-se afastando e criando os seus próprios territórios de caça.
Tamanho, peso e esperança de vida: As chitas medem em média 1,30 de comprimento, 75 cm de altura e pesam cerca de 50 kg.A sua esperança de vida é de 20 anos.
tudo sobre o ocapi
Nome científico: Okapia johnstoniDistribuição: Os ocapis só são encontrados nas florestas do Nordeste do Congo, em altitudes compreendidas entre os 500 e 1000 metros. Ocasionalmente, podem subir a maiores altitudes, mas regressam sempre passado pouco tempo.
Alimentação: Estes animais alimentam-se de folhas e bagas de algumas árvores ou arbustos, e também de muitos tipos de vegetação rasteira que as florestas tropicais proporcionam.Estado de conservação Em perigo. Estimam-se em 5000 os animais a viver em liberdade e mais cerca de uma centena em cativeiro.
Gestação e maturidade sexual: O tempo de gestação desta espécie é de cerca de 440 dias, findos os quais nasce em regra apenas uma cria. A maturida sexual é atingida por volta dos 3/4 anos.
Tamanho: Os ocapis podem atingir um comprimento de 2,5 metros, uma altura de 1,7 metros e pesar 300kg.
Longevidade: Os ocapis podem atingir os 30 anos em cativeiro. Em liberdade, a sua esperança de vida rondará os 20 anos.
tudo sobre o diamante de gold
Nome científico: Chloebia gouldiaeOrigem:Ave originária do norte da Austrália, foi trazida para a Europa em meados do século XIX pelo ornitólogo John Gould, ao qual ficou a dever o seu nome.Desde então, criou admiradores em todo o mundo, devido à profusão de cores que apresenta.Não existem muitos criadores de Diamantes Gould, e não existem porque a sua reprodução é extremamente difícil.Existem ainda determinados factores de recessão da espécie, que tornam este trabalho ainda mais ingrato, já que um mau cruzamento leva à morte de muitas das crias.Como animal de companhia.Se pretender adquirir um animal desta espécie, ponha de parte a ideia de vir a fazer criação, deixando essa tarefa a quem, com o custo da experiência, já sabe quando e como o fazer.Não é uma ave de belo canto, mas as suas cores alegres fazem dela um quadro vivo de cor e movimento.Manter um Diamante de Gould é fácil e não requer muitos conhecimentos.Como todas as aves, precisa de água fresca e comida mudadas diariamente, podendo fazer um suplemento à base de legumes frescos, devidamente lavados em água corrente.Gostam de apanhar os primeiros raios de sol da manhã, se tiver possibilidade arranje um local sem correntes de ar onde possa estar voltado a nascente.Além de um bebedouro, mantenha uma banheira em permanência com água limpa e fresca.Tal como o canário, gosta de estar permanentemente a mudar de poleiro, pelo que é aconselhável existirem vários poleiros na mesma gaiola, para a ave se exercitar.Estas aves gostam também de ingerir pequenas pedras para ajudar na sua digestão, pelo que deve manter sempre no fundo da gaiola alguns grãos de areia.
tudo sobre a preguiça

Preguiça é a inatividade de uma pessoa, aversão a qualquer tipo de trabalho ou esforço físico. Também é um tipo de procrastinação.
Um preguiçoso para a psicologia é uma pessoa sem resistência moral e psicológica para os desafios impostos pela vida. Que busca justificativas sempre externas para a sua falta de ação naqueles momentos decisivos que lhe surgem.
Ao compreender-se incapacitado - pela própria preguiça - de conseguir aquilo que deseja, pode ocorrer ao preguiçoso o sentimento de inveja, culpando os outros pela sua própria inércia, mesmo sendo ele aquele que foge das oportunidades de aprendizado apresentadas pela vida.
É justamente o ressentimento que assola o preguiçoso que dificulta o seu esclarecimento. Os apelos da família ou pessoas próximas para o seu melhoramento, principalmente se vierem na forma de cobrança, podem gerar - devido ao ressentimento - mais raiva e desejo de destruir tudo aquilo que lhe aparente querer retira-lo deste estado de inação. Segundo Joanna de Ângelis, no livro citado na bibliografia, "o paciente, nesse caso, prefere ser lamentado a receber amor".
Aquele que sofre de preguiça pode em alguns momentos recuperar a lucidez e desejar ter força para não mais sofrer deste mal. No entanto, é comum o sentimento de decepção quando se dá conta de que ainda não possui estabilidade emocional para empreender suas próprias conquistas. Nesta situação, o enfermo desanimado pode reforçar a sua crença na impossibilidade de cura, aumentando o seu ressentimento e a sua incapacidade de reerguer-se por si só.
Existem pesquisadores que indicam que a "cura" da preguiça inicia quando a própria pessoa passa a se sentir constrangida pela situação de inação em que se encontra, desejando para si uma vida mais saudável e um convívio mais harmônico com as demais pessoas. Nesta etapa é importante que o enfermo se desvencilhe da imagem de preguiçoso que criou em torno de si, convencendo-se das suas próprias capacidades e aptidões.
"A preguiça é o ato de descansar antes de estar cansado"
Um preguiçoso para a psicologia é uma pessoa sem resistência moral e psicológica para os desafios impostos pela vida. Que busca justificativas sempre externas para a sua falta de ação naqueles momentos decisivos que lhe surgem.
Ao compreender-se incapacitado - pela própria preguiça - de conseguir aquilo que deseja, pode ocorrer ao preguiçoso o sentimento de inveja, culpando os outros pela sua própria inércia, mesmo sendo ele aquele que foge das oportunidades de aprendizado apresentadas pela vida.
É justamente o ressentimento que assola o preguiçoso que dificulta o seu esclarecimento. Os apelos da família ou pessoas próximas para o seu melhoramento, principalmente se vierem na forma de cobrança, podem gerar - devido ao ressentimento - mais raiva e desejo de destruir tudo aquilo que lhe aparente querer retira-lo deste estado de inação. Segundo Joanna de Ângelis, no livro citado na bibliografia, "o paciente, nesse caso, prefere ser lamentado a receber amor".
Aquele que sofre de preguiça pode em alguns momentos recuperar a lucidez e desejar ter força para não mais sofrer deste mal. No entanto, é comum o sentimento de decepção quando se dá conta de que ainda não possui estabilidade emocional para empreender suas próprias conquistas. Nesta situação, o enfermo desanimado pode reforçar a sua crença na impossibilidade de cura, aumentando o seu ressentimento e a sua incapacidade de reerguer-se por si só.
Existem pesquisadores que indicam que a "cura" da preguiça inicia quando a própria pessoa passa a se sentir constrangida pela situação de inação em que se encontra, desejando para si uma vida mais saudável e um convívio mais harmônico com as demais pessoas. Nesta etapa é importante que o enfermo se desvencilhe da imagem de preguiçoso que criou em torno de si, convencendo-se das suas próprias capacidades e aptidões.
"A preguiça é o ato de descansar antes de estar cansado"
tudo sobre o canario
Nome científico: Serinus canariaOrigem: Esta ave tem origem nas ilhas Espanholas das Canárias, na costa ocidental do continente africano, sendo por esse motivo bafejadas com os ventos quentes que vêm do Saara. O tempo agradável que durante todo o ano abençoa este território pode ter tido influência para a sua sobrevivência neste arquipélago. Quando os primeiros navegadores trouxeram este animal para a Europa continental, estavam muito longe de saber o que iria acontecer cinco séculos depois, quando o Canário se tornou uma ave de companhia em muitas habitações, principalmente no sul da Europa, nos países mediterrânicos, e no Brasil.O belo canto do macho depressa cativou a atenção destes homens do mar, que prontamente capturaram os primeiros espécimes, para trazer na volta para casa.No entanto, a ave que, em geral, conhecemos com esse nome já é uma mutação dos canários originais.
A gaiola: Nesta espécie, o macho canta, julga-se que para arranjar companheira. Por esse motivo, quando não é época de criação, é normal vermos os machos separados das fêmeas, para cantarem com mais frequência.A fêmea limita-se a piar, e não com muita insistência.Esta espécie tem necessidade de andar constantemente a saltar de poleiro para poleiro, pelo que é aconselhável ter vários poleiros na mesma gaiola. A gaiola deve ser rectangular e comprida.Como a maior parte das aves, o Canário gosta de apanhar os primeiro raios de sol da manhã e os últimos da tarde, por isso tente que pelo menos uma dessas fases lhes seja facultada, principalmente a da manhã.Deve evitar colocar a sua gaiola em sítios onde haja corrente de ar, e quando, durante o dia, está sol, proteger a gaiola, para que o sol não incida directamente nas aves.Outro aspecto fundamental é ter sempre uma banheira com água limpa e fresca, os canários adoram tomar banho!A criação destas aves em cativeiro é relativamente fácil, basta juntar o casal na Primavera e pôr um ninho apropriado dentro da gaiola.Passados alguns dias, em regra, a Canária faz a postura e está pronta para chocar os ovos.Um dos problemas mais comuns na criação destas aves, é a fêmea, na fase da postura, ficar com um ovo atravessado. Há algumas formas de tentar ultrapassar este problema. Uma delas, a mais simples, é untar a cloaca da canária com um produto lubrificante, quase sempre resulta.Importante mesmo é estar atento na época da postura, se o facto de untar a canária não resultar, dirija-se rapidamente a uma casa que venda destas aves ou a um criador que tentará certamente ajudar com a sua experiência.
Alimentação: A alimentação para os canários é fácil de encontrar, qualquer casa da especialidade, ou mesmo as grandes superfícies, vendem comida apropriada, alpista já misturada com as vitaminas necessárias.A água deve ser mudada todos os dias e, se estiver ao sol, deve ser mudada com a regularidade necessária para estar sempre limpa e fresca.Como complemento alimentar, pode dar aos Canários alguns legumes frescos, desde que sejam bem lavados em água corrente.Mantenha sempre, no fundo da gaiola, alguns grãos de areia, estas aves gostam de engolir pequenas pedras para ajudar na sua digestão.
Esperança de vida: O tempo médio de vida destes animais é de cinco anos. Normalmente, é uma perda sentida pela família, principalmente porque se habituou ao cantar do macho, e de repente vai sentir a sua falta. Esteja preparado para essa eventualidade.
tudo sobre o olho do fogo
Nome científico: Hemigrammus ocelliferOrigem: Originário da América do Sul, principalmente da Guiana e da Bacia do Amazonas.
Hábitos: É um bom peixe para aquários comunitários.Muito sociável, gosta de viver em grupos de vários elementos, os seus olhos sobressaem dando-lhe o nome.
Tamanho: Comprimento em adulto: 4cm
Água: Temperatura da água 23º a 28º
tudo sobre o gamba
FILO: ChordataORDEM: Marsupialia
FAMÍLIA: Didelphidae
NOME POPULAR NA AMÉRICA DO NORTE: opossum
NOME POPULAR NO BRASIL: Na Amazônia: mucura;
na Bahia: suruê ou sarigüê;
no Nordeste: cassac ou timbuo;
no Mato Grosso e Paraguai: micurê e no resto do Brasil recebe o nome de Gambá
NOME EM INGLÊS: Large American Opossums
NOME CIENTÍFICO: Didelphis marsupialis
DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA: do Canadá ao norte da Argentina. Nrasil, Paraguai, Guianas, Venezuela
HABITAT: Floresta, Campos e Centros urbanos
HÁBITOS ALIMENTARES: Onívoro
REPRODUÇÃO: 12-13 dias
ALIMENTAÇÃO: principalmente de frutos silvestres, ovos e filhotes de pássaros
A FÊMEA POSSUI: 12 ou 13 tetas
PESO DO EMBRIÃO AO NASCER: 2g (em torno de 1 cm) e completam seu desenvolvimento na bolsa materna.
Nº DE CRIAS: 3Nº DE FILHOTES: 10 a 15 por ninhada
PERÍODO DE VIDA: 2 a 4 anos
TAMANHO: Pode atingir 50 cm de comprimento sem contar a cauda, quase do mesmo tamanho.
CARACTERÍSTICAS: Apresenta corpo maciço. pescoço grosso, focinho alongado e pontudo, membros curtos e cauda preênsil, bastante grossa, redonda e afilada, só peluda na base, tendo pequenas escamas revestindo a parte restante.
FÊMEA: A fêmea possui um marsúpio bem desenvolvido, ao contrário de outros da mesma família, que só tem 2 dobras ventrais abertas.
PELAGEM: a cor da pelagem varia muito, indo do branco (animais velhos) ao negro (animais jovens) e passando por todas as tonalidades de cinzento e bruno intermediárias.
O gambá (de guaambá, que significa saco vazio, referindo-se ao marsúpio) é um marsupial do porte de um gato. Tem hábitos noturnos e, apesar de ser uma animal de movimentos lentos, trepa em árvores com facilidade, usando a cauda preênsil para agarrar-se aos galhos. Alimenta-se principalmente de frutos silvestres, ovos e filhotes de pássaros. Não raramente visita galinheiros, causando imenso estrago.
Quando perseguido, o gambá finge-se de morto ou expele um líquido fétido produzido por glândulas axilares. Na fase do cio, a fêmea também exala esse cheiro forte, facilmente reconhecível.
Quando os filhotes entram na bolsa têm só 1 cm e ficam lá dentro 70 dias, onde se desenvolvem e tem condições de enfrentar a selva.
tudo sobre o rex e teddy americano
Estas duas raças têm uma pelagem curta e encrespada, muito densa e áspera, que torna a pele quase invisível.Exteriormente, os Rex são similares aos Teddy Americanos (US-Teddy) diferindo, no entanto, geneticamente, sendo que os primeiros são originários de Inglaterra e os segundos da América.
O pêlo dos jovens bebés é ainda sedoso, mas com o tempo torna-se áspero.
Quanto mais áspero, melhor a «qualidade» do Rex.
Diz-se que são porquinhos-da-índia muito calmos e de temperamento amigável.
tudo sobre a cobra rei
Nome científico: Ophiophagus hannahOutros nomes: Cobra real
Distribuição: A cobra-rei vive no Sudeste asiático, nomeadamente na Índia, onde abunda e é venerada em alguns locais, na China, na Malásia e nas Filipinas.É considerada uma das cobras mais venenosas do mundo.
Alimentação: A base da alimentação destes animais são os roedores, outros répteis e também batráquios.
Estado de conservação: Desconhecido.
Reprodução: Põe entre em média 24 ovos, e fica enroscada nos ovos até que estes ecludam, o que dura entre 60 e 80 dias.
Tamanho: As cobras desta espécie podem ultrapassar os 5,5 metros de comprimento.
Longevidade: Esta cobra tem uma esperança de vida que ronda os 20 anos.
tudo sobre o escorpiao dourado
Nome científico: Mesobuthus martensiiDistribuição: Esta espécie de escorpião é originária da Manchúria, território Chinês no continente asiático. Os escorpiões abrigam-se debaixo de troncos, pedras ou buracos no chão.
Alimentação: O escorpião dourado alimenta-se de insectos, outros escorpiões e minhocas. As suas toxinas não são letais para animais grandes, nos humanos pode provocar dores intensas e mau estar generalizado durante algumas horas, principalmente nas crianças e nos idosos.
Estado de conservação: Desconhecido embora possa ser encontrado em abundância no seu habitat original
Reprodução: O fêmea do escorpião dourado gera no seu abdómen algumas dezenas de ovos, depois de eclodirem grande parte deles consegue subir para as costas da mãe onde se mantêm mais protegidos dos seus predadores durante alguns dias, para depois partirem em busca das suas primeiras presas.
Tamanho: Um escorpião adulto desta espécie medirá cerca de 7 a 10 cm.
Longevidade: Máximo 5 anos
tudo sobre a capivara
Nome científico: Hydrochaeris hydrochaerisOrigem: A capivara é o maior roedor do mundo. Esta espécie pode ser encontrada um pouco por toda a América do Sul, com especial incidência no Sul do Brasil e Argentina, zonas onde começam mesmo a ser um problema, devido à falta de predadores.
Hábitos: As capivaras vivem em grupos familiares. Num grupo, existe um macho dominante, várias fêmeas adultas, e vários jovens. Estes grupos podem ter até 18 animais a viver em comunidade.
Predadores: A carne da capivara e muito procurada para alimentação humana, já que, ao que parece, é muito saborosa.Dado o seu tamanho, a capivara tem poucos, mas grandes, predadores. As grandes anacondas apanham e estrangulam capivaras, quando fazem as suas incursões nos rios e pântanos. Um destes animais permite que as grandes cobras não necessitem de comer durante vários meses!Os jacarés têm muitas dificuldades em caçá-las, porque necessitam de afogar as suas presas, e como os jacarés não são dos maiores crocodilianos, não têm a vida facilitada com as capivaras. Só os jacarés grandes e velhos é que conseguem, pontualmente, ser bem sucedidos.Existem ainda as onças e os pumas, mas como estes já não abundam, as capivaras vão-se desenvolvendo e multiplicando, criando problemas aos fazendeiros, que vêm as suas plantações serem devastadas.Em alguns locais, há tantos animais, que os fazendeiros sentem necessidade de ter caçadores com alguma regularidade para manter as populações minimamente controladas.
Peso: As capivaras adultas podem atingir os 100 kg.
tudo sobre o coelho
Nome científico: Orictolagus cuniculusO coelho é um dos animais mais característicos da quinta. Ainda é possível encontrá-lo em liberdade, com muita facilidade, e é cada vez mais procurado como animal de companhia, mas é nos animais de quinta que melhor se enquadra.
Utilização: Aqui, a sua única utilidade é o aproveitamento da sua carne para alimentação humana.Em alguns casos, a sua pele é usada na confecção de casacos, embora este aproveitamento dependa das tendências da moda.
Hábitos: O coelho é um roedor, portanto, roerá tudo aquilo que apanhar, sobretudo objectos de madeira. Chega também, com os seus aguçados dentes, a desfazer objectos de plástico.Na quinta, o coelho vive na coelheira. Normalmente, os machos são separados das fêmeas logo que atingem a maturidade sexual, só sendo juntos com o propósito de fazer criação.
Alimentação: Os coelhos são alimentados com uma ração própria, comendo também feno que, para além de alimentação, serve como cama. Alguns criadores acrescentam ao seu menu cascas de cenoura e algumas plantas e ervas de que os coelhos gostam e é sabido que não lhes faz mal.Dar plantas desconhecidas aos coelhos pode causar graves perturbações gástricas e causar a sua morte.
O ninho: Para fazer o ninho, a coelha escolhe um sítio na coelheira e utiliza o seu próprio pêlo para fazer um ninho bem quente para as suas crias. Estas, quando nascem, são desprovidas de pêlos, tornando-se assim muito vulneráveis.Os coelhos criados em cativeiro fazem sempre as suas necessidades no mesmo local, ficando desde logo esse local marcado para sempre.
Cores: Os coelhos domésticos podem apresentar uma série de cores, que vão do branco ao preto, passando pelos malhados de todas as cores.
Reprodução: A coelha tem um tempo de gestação de 30 dias e nascem entre quatro e seis crias. Durante 20 a 30 dias, as coelhas amamentam os seus filhos, após o que estão prontas para conceber novamente.
Esperança de vida: Os coelhos podem viver cerca de 10 anos e pesar mais de 6 kg
tudo sobre o Shetland Sheepdog
tudo sobre o tucano
Origem:
Esta ave tem origem nas florestas tropicais da América Central e do
Sul, sobretudo na Amazónia. No entanto, é possível encontrá-lo num vasto
território, que vai até ao Norte da Argentina, até porque existem
várias espécies desta ave ao longo desta área, e a todos se dão o
correntemente o mesmo nome.A aveBelissima ave, com um bico único no
mundo, grande e colorido, ganhou admiradores por todos os
continentes.Apesar de grande, forte e poderoso, o seu bico não é pesado,
já que é formado por uma estrutura óssea alvéolar, que o torna leve,
não tendo qualquer interferência no seu vôo.O bico serve, sobretudo,
para agarrar e descascar frutos que encontra nas árvores e que são a
base da sua alimentação, e para agarrar pequenos répteis, que também
gosta de comer.Perigos: Começa a causar alguma preocupação entre os biólogos o facto de ter vindo a ser capturado para fins comerciais com muita intensidade, o que levou ao seu desaparecimento em algumas áreas.Este comércio ilegal, provocou a morte de muitos exemplares jovens, durante o transporte para locais do mundo muito distantes, em condições muito precárias. Apesar disso, presume-se estar longe da extinção.
Peso: O seu comprimento pode atingir os 65 cm, contando com o bico, que só por si chega a medir 20 cm.
Tempo de vida: Um Tucano pode viver cerca de 20 anos.
tudo sobre a caturra
Nome científico: Nymphicus hollandicusOrigem: Originária da floresta Australiana, esta espécie de psitacídeos conheceu uma grande explosão de criadores em todo o mundo.
Cores: Existem várias colorações de Caturras. As mais comuns em Portugal são a branca e a cinzenta, sendo esta última a coloração original enquanto na vida selvagem, as restantes são mutações.
Como animal de companhia: A explicação para esta popularidade é o facto de a Caturra ser a ave perfeita para criar em gaiola, pequena, não muito dispendiosa e pouco barulhenta,e ainda ter semelhanças físicas com a Cacatua, nomeadamente as de cor branca. A sua crista é também muito semelhante à da Cacatua.Importante para quem se pretende iniciar na criação destas aves é adquiri-las ainda jovens, de forma a que se habituem a si e à gaiola que adquiriu para elas.Muito fáceis de tratar, aprendem com muita facilidade a repetir algumas palavras.Como é por norma um animal muito tranquilo e ternurento, que inclusive vem pedir que afague a sua cabeça, ganha a simpatia e a confiança das pessoas com muita facilidade.Como todas as aves, gosta de tomar banhos de sol ao principio da manhã e ao fim da tarde, portanto se lhe puder criar essas condições, vai poder observar a sua felicidade. É muito importante que estas pequenas aves não apanhem correntes de ar, nem fiquem expostas ao sol directo durante o Verão. Se estiverem num local muito soalheiro, crie uma sombra artificial.É de grande importância ter uma banheira com água, para que estes animais possam tomar o seu pequeno banho diário. No entanto, durante o Verão deve borrifar as suas penas com um borrifador de água próprio para aves.
Reprodução: É relativamente fácil fazer criação de Caturras, basta que tenha a gaiola num sítio bastante tranquilo, um ninho indicado para esta espécie, e um casal de caturras que tenha adquirido ainda jovens, em locais diferentes, mas de confiança. Por norma, são condições suficientes para ter crias.
Alimentação: A alimentação para estas aves é fácil de adquirir em casas da especialidade, que vendem a peso alimentação com as misturas necessárias, ou mesmo nas grandes superfícies, onde poderá encontrar caixas com essa mistura já feita.
Tamanho e peso: Altura média em adultas: cerca de 30 cm.
Peso médio em adultas: 90/100 g.
tudo sobre a baleia-de-bico-de-garrafa
Nome científico: Hyperoodon ampullatusOutros nomes: Botinhoso
Distribuição: As baleias-de-bico-de-garrafa podem ser encontradas principalmente nas zonas de águas profundas do Atlântico Norte, embora se registem avistamentos ocasionais até à latitude das ilhas de Cabo Verde. Apesar de não haver garantias, está a ser estudada a possibilidade de haver grupos residentes destes animais em redor das ilhas do Açores e não estarem de passagem, como até agora se pensava, o que alteraria significativamente o que se sabe sobre os hábitos destes animais.
Alimentação: A base da alimentação destas baleias são os cefalópodes, principalmente lulas e chocos, e ocasionalmente peixes.
Estado de conservação: Até meados dos anos 90, a espécie foi considerada vulnerável. Neste momento, contudo, o seu estado de conservação é pouco preocupante, dado nos últimos anos se ter sentido um pequeno, mas seguro, aumento do número destes animais.
Gestação e maturidade sexual: A maturidade sexual desta espécie acontece após os 7 anos para as fêmeas, e mais 2 ou 3 anos para os machos. O tempo de gestação nesta espécie é de cerca de um ano, findo o qual nasce quase sempre apenas uma cria.
Tamanho: Os machos desta espécie podem atingir os 9,5 metros e pesar até 7 toneladas, e as fêmeas os 8,5 metros e as 5 toneladas.
Longevidade: Estimada em 40 anos.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
tudo sobre o lince-ibérico

Nome científico: Lynx pardinus
Outros nomes: Cerval, lobo-cerval, gato-cerval, gato-cravo ou gato-lince
Distribuição:
Esta espécie só se encontra na Península Ibérica, Portugal e Espanha.Em
Portugal esta espécie está prestes a ficar extinta. E este problema
parece não ter retrocesso, tal é o ponto em que se encontra a situação
desta espécie.A sua distribuição geográfica faz-se por pequenos grupos a
viver no Algarve, Vale do Guadiana, Serra de São Mamede, Vale do Sado e
Serra da Malcata.
Perigo iminente: O lince
ibérico é o carnívoro mais ameaçado da Europa eo felídeo mais ameaçado
do mundo, e tudo isto acontece em Portugal, sem que haja verdadeiramente
um plano de acção, nem verbas que permitam inverter esta
tendência.Actualmente, está reduzido a uma população que se resume a
cerca de 30/40 animais, no máximo, a viver em liberdade.
Causas:
O homem foi o principal responsável por este desaparecimento, devido à
caça que lhe deu durante o último século.O desaparecimento do habitat
natural destes animais também foi acontecendo, não tendo sido, ao longo
dos anos, minimamente salvaguardado pelas autoridades responsáveis.Por
último, a doença hemorragica viral, que dizimou as grandes populações de
coelhos bravos, que eram o principal alimento destes animais, acabou
definitivamente por criar o vazio em que agora se encontra.O facto de os
poucos animais existentes estarem dispersos por um longo território,
leva a que não haja reprodução, e que o fim destes felídeos esteja
próximo em território português.Com o desaparecimento anunciado do lince
ibérico, o territírio nacional deixa de contar com a presença de
grandes felinos.
tudo sobre o dragao de Komodo

Origem:
O dragão de Komodo é o maior dos lagartos que existem na terra. Habita
na ilha de Komodo na Indonésia, e em outras pequenas ilhas adjacentes.
Alimentação: Este incrível gigante é um predador notável, já que por regra não mata instantaneamente a sua presa; morde, e a infecção causada pela sua mordedura vai acabar por matar o animal, ou mesmo o humano, ao fim de alguns dias. Depois, quando cheira a carne putrefacta - e o dragão consegue captar o cheiro até 7 km de distância! - dirige-se ao local, para então fazer o seu banquete. Como a carne já está em adiantado estado de putrefacção, os dragões arrancam pedaços com a boca e com as enormes unhas que possuem. O que normalmente acontece é que vários dragões chegam à mesma presa e ao mesmo tempo, sendo então a refeição partilhada, de forma hierárquica, mas sempre com algumas lutas entre eles. A hierarquia é estabelecida pelo tamanho corporal e força dos animais. As presas preferidas dos dragões de Komodo são os búfalos, os javalis, os cervos, os cavalos e os macacos.
Perigo para as populações: Nestas ilhas, as habitações são construídas sobre estacas, dado que desde sempre muitos habitantes morreram, em virtude dos ataques destes bichos, que por vezes invadem as aldeias. Até há poucos anos, quase todos os humanos que eram mordidos acabavam por morrer. Com a evolução dos fármacos e com assistência mais rápida, começaram a ser salvas algumas pessoas, que ficam para sempre marcadas nas zonas afectadas pela mordedura. Outro aspecto que levou a algumas mortes foi o facto de só em pleno século XX, por volta de 1910, se ter dado a devida atenção a este animal, e às consequências da sua terrível mordedura.Para se ter uma ideia do cocktail de bactérias existente na saliva destes bichos, se um dragão de Komodo se morder a ele próprio, acaba por morrer com as bactérias provenientes da sua própria boca!
Reprodução: Para a reprodução, as fêmeas fazem buracos no chão, onde depositam entre 24 e 30 ovos, que eclodem cerca de 40 dias após a postura. Muitos dos dragões que vão nascer nunca vão atingir a idade adulta. Alguns morrem às garras de outros predadores, outros são devorados por elementos da sua própria espécie. No entanto, estima-se que existam cerca de 5000 indivíduos desta espécie, número que se tem mantido estável.
Tamanho, peso e longevidade: Um dragão de Komodo pode medir até 3,00 m, pesar 120 kg e viver até 50 anos.
Alimentação: Este incrível gigante é um predador notável, já que por regra não mata instantaneamente a sua presa; morde, e a infecção causada pela sua mordedura vai acabar por matar o animal, ou mesmo o humano, ao fim de alguns dias. Depois, quando cheira a carne putrefacta - e o dragão consegue captar o cheiro até 7 km de distância! - dirige-se ao local, para então fazer o seu banquete. Como a carne já está em adiantado estado de putrefacção, os dragões arrancam pedaços com a boca e com as enormes unhas que possuem. O que normalmente acontece é que vários dragões chegam à mesma presa e ao mesmo tempo, sendo então a refeição partilhada, de forma hierárquica, mas sempre com algumas lutas entre eles. A hierarquia é estabelecida pelo tamanho corporal e força dos animais. As presas preferidas dos dragões de Komodo são os búfalos, os javalis, os cervos, os cavalos e os macacos.
Perigo para as populações: Nestas ilhas, as habitações são construídas sobre estacas, dado que desde sempre muitos habitantes morreram, em virtude dos ataques destes bichos, que por vezes invadem as aldeias. Até há poucos anos, quase todos os humanos que eram mordidos acabavam por morrer. Com a evolução dos fármacos e com assistência mais rápida, começaram a ser salvas algumas pessoas, que ficam para sempre marcadas nas zonas afectadas pela mordedura. Outro aspecto que levou a algumas mortes foi o facto de só em pleno século XX, por volta de 1910, se ter dado a devida atenção a este animal, e às consequências da sua terrível mordedura.Para se ter uma ideia do cocktail de bactérias existente na saliva destes bichos, se um dragão de Komodo se morder a ele próprio, acaba por morrer com as bactérias provenientes da sua própria boca!
Reprodução: Para a reprodução, as fêmeas fazem buracos no chão, onde depositam entre 24 e 30 ovos, que eclodem cerca de 40 dias após a postura. Muitos dos dragões que vão nascer nunca vão atingir a idade adulta. Alguns morrem às garras de outros predadores, outros são devorados por elementos da sua própria espécie. No entanto, estima-se que existam cerca de 5000 indivíduos desta espécie, número que se tem mantido estável.
Tamanho, peso e longevidade: Um dragão de Komodo pode medir até 3,00 m, pesar 120 kg e viver até 50 anos.
tudo sobre a anaconda

Nome científico: Eunectes murinus
Distribuição: Também conhecida por Sucuri, entre outros nomes locais, esta grande serpente habita um pouco por toda a América do Sul, desde a floresta amazónica até à Argentina.
Gigante: Conhecida como sendo uma das maiores serpentes do mundo, juntamente com a Piton da Ásia, esta espécie ganhou a fama de ser uma comedora de homens. No entanto, até agora, nunca ninguém viu uma anaconda a devorar um ser humano, e tal como noutros casos, não passam de lendas, que vão passando de boca em boca, e de montagens fotográficas duvidosas. A anaconda é inclusive muito fugidia em relação aos humanos, evitando-os a todo o custo.Apesar de tudo, temos de considerar essa possibilidade, já que o grande tamanho das fêmeas permitiria que o fizessem com muita facilidade.
Constritora: A anaconda não é uma serpente venenosa, mata por constrição. Depois de apanhar a presa pela zona do pescoço, a anaconda envolve-se em torno do seu corpo e começa a apertar. Sempre que a vítima expira, a anaconda aperta mais, até que a presa deixa em definitivo de respirar e morre.
Alimentação: Da ementa favorita das anacondas fazem parte peixes, aves, capivaras e outros pequenos mamíferos existentes nesta zona. Por vezes, é referido que comem pequenos bezerros e felinos de alguma dimensão, no entanto, curioso é o facto de comerem jacarés, já que aparentemente não se enquadram na sua maneira de caçar.As anacondas fazem emboscadas nas margens de lagos, rios e pântanos. Quando a sede aperta e os outros animais vão beber água, a anaconda ataca.
Tamanho: Os machos são de pequena dimensão, cerca de 4,5 m quando adultos, já as fêmeas podem atingir os 9 m.
Reprodução: Esta espécie é vivípara, ou seja as crias desenvolvem-se dentro da mãe, saindo quando já estão perfeitamente desenvolvidas e capazes de sobreviver sozinhas. O tempo de gestação é de cerca de 240 dias, nascendo depois até 30 pequenas serpentes.Nesta espécie, a taxa de mortalidade é muito elevada, podendo haver ninhadas em que nenhum animal sobrevive até à idade adulta, já que nos territórios por elas habitado existem demasiados predadores atentos, que vão das aves até outros répteis, passando pelos humanos.
Longevidade: Uma anaconda pode viver cerca de 30 anos.
Distribuição: Também conhecida por Sucuri, entre outros nomes locais, esta grande serpente habita um pouco por toda a América do Sul, desde a floresta amazónica até à Argentina.
Gigante: Conhecida como sendo uma das maiores serpentes do mundo, juntamente com a Piton da Ásia, esta espécie ganhou a fama de ser uma comedora de homens. No entanto, até agora, nunca ninguém viu uma anaconda a devorar um ser humano, e tal como noutros casos, não passam de lendas, que vão passando de boca em boca, e de montagens fotográficas duvidosas. A anaconda é inclusive muito fugidia em relação aos humanos, evitando-os a todo o custo.Apesar de tudo, temos de considerar essa possibilidade, já que o grande tamanho das fêmeas permitiria que o fizessem com muita facilidade.
Constritora: A anaconda não é uma serpente venenosa, mata por constrição. Depois de apanhar a presa pela zona do pescoço, a anaconda envolve-se em torno do seu corpo e começa a apertar. Sempre que a vítima expira, a anaconda aperta mais, até que a presa deixa em definitivo de respirar e morre.
Alimentação: Da ementa favorita das anacondas fazem parte peixes, aves, capivaras e outros pequenos mamíferos existentes nesta zona. Por vezes, é referido que comem pequenos bezerros e felinos de alguma dimensão, no entanto, curioso é o facto de comerem jacarés, já que aparentemente não se enquadram na sua maneira de caçar.As anacondas fazem emboscadas nas margens de lagos, rios e pântanos. Quando a sede aperta e os outros animais vão beber água, a anaconda ataca.
Tamanho: Os machos são de pequena dimensão, cerca de 4,5 m quando adultos, já as fêmeas podem atingir os 9 m.
Reprodução: Esta espécie é vivípara, ou seja as crias desenvolvem-se dentro da mãe, saindo quando já estão perfeitamente desenvolvidas e capazes de sobreviver sozinhas. O tempo de gestação é de cerca de 240 dias, nascendo depois até 30 pequenas serpentes.Nesta espécie, a taxa de mortalidade é muito elevada, podendo haver ninhadas em que nenhum animal sobrevive até à idade adulta, já que nos territórios por elas habitado existem demasiados predadores atentos, que vão das aves até outros répteis, passando pelos humanos.
Longevidade: Uma anaconda pode viver cerca de 30 anos.
tudo sobre o koala
Nome científico: Phascolarctos cinereusApresentação: O Koala é um dos animais mais procurados e que mais curiosidade desperta nas pessoas. A sua popularidade advém não só das suas características físicas, como também do seu comportamento, pois é um animal bastante tranquilo. As suas orelhas e nariz bem característicos, bem como o seu pêlo, fazem parte do imaginário das crianças de todo o mundo e nem os adultos conseguem ser indiferentes perante a presença de um destes simpáticos animais.O Phascolarctos cinerus é a espécie mais comum, existindo três subespécies com distruibuição muito precisa e localizada.Koala, no dialecto autóctone dos aborígenes, que dizer “que não bebe”, o que está de acordo com os hábitos alimentares deste animal, já que a quase totalidade de líquidos que ingere provém das folhas de eucalipto.
Distribuição: Os Koalas habitam vastas áreas do território australiano, podendo ser encontrados em maior número no Nordeste e Sudeste deste vasto território.A sua distribuição tem muito a ver com o tipo de eucalipto que existe em cada área, já que a base da sua alimentação compreende apenas cerca de vinte das mais de três centenas de espécies de eucaliptos que podem ser encontradas na Austrália.Apesar de serem muito lentos e evitarem gastar demasiadas energias, os koalas sobem às copas destas árvores, onde encontram as folhas mais tenras, por forma a facilitar o processo digestivo.Dada a pobreza da sua alimentação, os koalas necessitam de dormir muitas horas. Um animal adulto dorme entre 16 e 18 horas por dias, sendo as restantes dedicadas quase exclusivamente à alimentação e à sua procura.Apesar de o número de indivíduos ter descido muito, relativamente à altura da chegada dos europeus ao território australiano, a verdade é que esta espécie não está verdadeiramente ameaçada. Nos últimos anos, a quantidade de animais recenseados tem mesmo aumentado, graças à protecção que o governo australiano tem dado a esta espécie, chegando a fazer reintrodução de animais em zonas de onde tinha desaparecido, ou onde já havia poucos exemplares.Alguns anos após a chegada dos europeus, era moda ter uma pele de Koala como troféu. Dada a sua natural lentidão, os Koalas eram alvos fáceis e nem sequer mostravam medo dos homens, já que até aí só conheciam os aborígenes, que os respeitavam, como respeitam todos os animais, limitando estritamente a caça (sobretudo de cangurus, a sua alimentação predilecta) ao mínimo necessário. Neste momento, o maior perigo para os Koalas são os lenhadores, que devastam grandes áreas de floresta para aproveitamento da madeira, e os cães de caça que com muita facilidade os apanham enquanto mudam de árvore. As outras causas de mortalidade são os frequentes atropelamentos durante a noite, período em que os Koalas estão mais activos e se deslocam, e os violentos fogos florestais que têm ocorrido durante os últimos anos.Os Koalas são animais de hábitos solitários. Quanto muito, vivem próximos uns dos outros, mas nunca em grupos superiores a dez elementos, na maioria das vezes constituídos por várias fêmeas em idade fértil e um macho dominante, que controla o seu harém.
Gestação e maturidade sexual: Os Koalas atingem a maturidade sexual por volta dos 3 a 4 anos, sendo que as fêmeas são mais precoces. O tempo de gestação ronda os 33 a 36 dias, após o que nasce uma pequena e imatura cria, que rapidamente se aloja na bolsa da mãe, guiada pelo cheiro do leite, e aí permanece durante cerca de seis meses, onde se desenvolve até ter força suficiente para andar agarrado à progenitora em boas condições de segurança e ter alguma autonomia. Depois disso, e durante mais alguns meses, vive agarrado às costas da mãe, enquanto está acordado, recolhendo à bolsa para dormir e mamar. Por volta dos doze meses, torna-se independente. É muito raro o nascimento múltiplo de crias, embora por vezes tal suceda. As fêmeas Koala são das poucas mães que adoptam crias órfãs.
Longevidade, tamanho e peso: Os Koalas têm uma esperança de vida de cerca de 15 anos, podem medir até cerca de 60 cm e os maiores exemplares pesar 12 kg.
tudo sobre o orangotango
Nome científico: Pongo pygmaeusDistribuição: Os orangotangos vivem nas montanhas das florestas tropicais de duas ilhas indonésias, Sumatra e Bornéu. Estes animais vivem nas árvores, perto da copa, onde fazem as suas camas e onde se passa toda a sua vida social.Os orangotangos machos adultos tendem a ser solitários, tendo pouco contacto com as fêmeas, que só procuram na época da reprodução. Já as fêmeas gostam de viver em grupos de 3 ou 4 adultas, acompanhadas pelos filhos, machos ou fêmeas, sendo que os mais novos se agarram às suas costas, enquanto os outros as seguem de perto.
Alimentação: Apesar de serem omnívoros, mais de metade da alimentação dos orangotangos são frutos, distribuindo-se o restante por folhas, bagas, ovos e pequenos invertebrados.
Estado de conservação: Em perigo crítico, por causa da desmatação que as florestas têm sofrido, para aproveitamento das madeiras.
Gestação e maturidade sexual: Os orangotangos atingem a maturidade após os 7 anos. A gestação das fêmeas dura entre 230 e 260 dias, nascendo em geral apenas 1 cria. Por vezes nascem gémeos e, quando isto acontece, a taxa de sobrevivência é alta.
Tamanho: Os orangotangos podem atingir 1,5 metros erectos e pesar 90 kg.
Longevidade: A esperança de vida dos orangotangos é de 60 anos, em cativeiro, supondo-se que em estado selvagem vivam menos tempo.
tudo sobre o aye-aye
Nome científico: Daubentonia madagascariensisDistribuição: Este pequeno primata é originário das florestas tropicais de Madagáscar, onde vive e se reproduz na segurança da copa das árvores, acima dos quinze metros.
Alimentação: Da sua alimentação fazem parte insectos, frutos e sementes.
Estado conservação:Em perigo crítico, menos de 2500 animais nos últimos levantamentos efectuados.
Gestação e maturidade sexual: Pouco conhecidos os hábitos de procriação destes animais, pensa-se que as fêmeas atingirão a maturidade sexual após os 3 anos, e que depois terão uma cria a cada dois anos, até cerca dos quinze anos, altura em que não voltará a reproduzir-se. O tempo de gestação é de 170/172 dias
Tamanho: Os Aye-Ayes atingem em adultos cerca de 45 cm de altura, mas o seu rabo chega a ser maior que o próprio corpo e medir mais de 50 cm, estes animais podem atingir os 5 kg de peso.
Longevidade: Em liberdade está estimada em cerca de 20 anos, embora em cativeiro já tenham sido atingidos os 23 anos.
tudo sobre o urso polar

Nome científico: Ursus maritimus Outros nomes Urso branco
Distribuição: Os ursos polares habitam as regiões do circulo polar ártico e territórios envolventes, nomeadamente Canadá, Alasca, Sibéria, Gronelândia e ilhas próximas, como Svalbard (Noruega) e Wrangel (Rússia).Com o degelo das calotes polares, muitos ursos têm sido encontrado afogados longe dos seus territórios naturais, vítimas do deslocamento de imensas massas de gelo que se separam com os animais em cima e que acabam por derreter, deixando os ursos muito longe de algum local firme e levando a que, apesar de serem excelentes nadadores, acabem por morrer.
Alimentação: A base da dieta dos ursos polares são as focas, independentemente da espécie, já que fornecem muito alimento e muita gordura, extremamente necessária para estes animais. No entanto, qualquer outro animal que se cruze com um urso polar pode ser uma refeição, sejam aves ou os seus ovos, mamíferos terrestres locais, peixes ou carcaças de baleia que ocasionalmente encontre enquanto vagueia.
Estado de conservação: Esta espécie está classificada pela IUCN como vulnerável, o que se deve a vários factores: a caça, que devastou grande parte dos animais desta espécie, a baixa taxa de natalidade registada na espécie e, finalmente, o aquecimento global, que pode acabar o serviço que os homens começaram. Estima-se que antes do ano 2100 possa já não haver ursos polares a viver em liberdade.
Gestação e maturidade sexual: As fêmeas dos ursos polares atingem a maturidade sexual após completarem os 4 anos, o que só acontece com os machos entre os 5 e os 6 anos.A gestação deste animais dura em média 230 dias, podendo variar entre 195 e 265 dias, findos os quais podem nascer entre uma e quatro crias, mas normalmente duas. As crias vivem acompanhadas das mães até cerca dos 24 meses, altura em que se tornam independentes. Em média, durante a sua vida uma mãe ursa desta espécie pode gerar crias 5 vezes.
Tamanho: Os ursos polares são o maior carnívoro terrestre da actualidade. Os machos podem atingir os 2,5 metros e pesar 800 quilos, enquanto que as fêmeas rondam os 1,8 metros e pesam cerca de 500 quilos.
Longevidade: Os ursos polares a viver em liberdade têm uma esperança de vida média de 30 anos, em cativeiro um pouco mais. Há registo de um urso polar que passou os 40 anos em cativeiro, mas é o recorde conhecido.
tudo sobre a hiena malhada

Distribuição: A hiena malhada é um animal carnívoro extremamente bem sucedido e adaptado. Por esse motivo, pode ainda ser encontrada um pouco por todo o território do Centro e Sul de África, pois embora preferira os espaços abertos da savana, a floresta não a intimida, e com a sua capacidade de adaptação consegue viver tranquilamente no meio das árvores, desde que não seja floresta muito densa, ou na periferia das grandes e desorganizadas cidades africanas, onde sabe que pode encontrar alimento, principalmente gado doméstico. No entanto, não são animais muito estudados e têm poucos admiradores, talvez pelo mau cheiro que sempre os acompanha, em virtude de não cuidarem da sua pele, ao contrário de outros predadores. O cheiro a sangue e entranhas das suas presas afasta o mais curioso e interessado admirador, e o seu andar também não é muito cativante, isto em resultado da forma característica do seu corpo. Talvez por isso seja caçada de forma tão intensa, cruel e desinteressada pelos habitantes das zonas onde passa.Em alguns países houve e continua a haver tentativas para domesticar este animal, mas não resulta, é como querer chamar um crocodilo pelo nome... Para além das imagens, sempre desagradáveis, de animais acorrentados e açaimados, constituem apenas tentativas condenadas à partida. A hiena não se domestica, é um animal selvagem em todo o seu esplendor.Desde sempre, a hiena teve má reputação entre as tribos indígenas dos territórios que habita. O seu som mais conhecido, como se estivesse sempre a rir - apesar dessa ser apenas uma das suas vocalizações -, e o seu aparecimento fugaz para devorar o cadáver de um animal quando a morte chega, faz com que seja considerada, em muitas zonas e para muitas culturas, um animal que transporta espíritos maus.AlimentaçãoMas a verdade é bem diferente, e como todos os outros habitantes dos grandes espaços africanos, a hiena faz parte da fauna autóctone. A sua presença é bem necessária no topo da cadeia alimentar, já que é um dos animais que faz desaparecer o resto das carcaças e dos ossos que os grandes felinos e outros predadores deixam para trás, evitando em muitos casos o aparecimento de doenças e a contaminação das águas que, de outro modo, atingiriam animais e habitantes locais. Mas a hiena não é apenas um necrófago, é também um caçador exímio. Apesar de ser muito corpulenta e de não ser muito rápida, é dona de uma mordida poderosíssima. Tende a caçar em grupo, e de forma muito organizada, já que cada grupo trata de forma precisa o ataque e raramente existe um insucesso, ao contrários dos felinos que, com frequência, vêm as suas presas escaparem. O alvo preferido das hienas são os gnus, mas os búfalos, as zebras, e mesmo as girafas, entre muitos outros animais de menor porte, fazem frequentemente parte do seu menu. A sociedade das hienas é matriarcal, as fêmeas dominam todo o grupo, embora existam vários subgrupos familiares dentro de cada grupo. Frequentemente, atingem cem animais a viver em conjunto, embora para caçar se formem os tais subgrupos de três a cinco animais, que voltam à segurança do grande grupo quando acaba a caçada.Individualmente, a hiena também se aventura a caçar, mas sabendo das dificuldades que vai encontrar por causa de ser pouco veloz e ágil, tende a procurar pequenas presas e animais muito jovens ou debilitados que, não obstante representem menos quantidade de alimento, garantam sucesso.
Gestação: O tempo de gestação das hienas dura em média 98 a 110 dias e normalmente nascem duas crias, embora aconteça com alguma frequência o nascimento de três, ou mesmo quatro crias.
Tamanho e peso: Uma hiena adulta pode pesar mais de 70 kg, medir até 1,5 m de comprimento e atingir os 80 cm de altura. Em corrida, dificilmente ultrapassa os 60 quilómetros por hora. Estima-se que as hienas possam atingir os 20 anos a viver em liberdade, embora em cativeiro já tenham sido registados os 41 anos.
tudo sobre o cao de agua
Outros nomes: Cão de pescadorOrigem: A sua origem perde-se nos tempos. Contudo, julga-se que pode ter chegado a Portugal pela mão dos habitantes do Norte de África, quando estes invadiram o território que agora corresponde a este país.
Aptidões naturais: Dadas as suas especiais aptidões, gosto e vontade permanente de brincar na água, foi desde sempre companhia dos navegadores portugueses que, pelo mar fora, faziam grandes travessias oceânicas à descoberta de novas terras. Era nessa altura um óptimo ajudante e uma companhia inestimável nas naus, fazendo muitas vezes o papel de mensageiro que fazia circular missivas com ordens ou informações urgentes entre navios.Durante centenas de anos, foram também companhia de pescadores artesanais que com eles partilhavam os bons e os maus momentos a bordo de pequenos barcos. Sempre prontos para se atirarem à água em busca de algum objecto que caísse borda fora, eram o melhor e mais fiel amigo dos homens do mar.Está nesta altura a ser reintroduzido como cão de trabalho e a ser treinado como cão de busca e salvamento em ambientes marinhos ou fluviais.Quase desapareceram Outrora disseminados um pouco por toda a costa portuguesa, aos poucos a sua presença foi-se tornando cada vez menos frequente, ao ponto de a certa altura praticamente já só existir na costa algarvia. Nos anos 50 e 60 do século XX, a raça esteve à beira da extinção, havendo apenas umas poucas dezenas de exemplares, e foi a partir desses últimos animais que um grupo de pessoas apreciadoras das características desta raça se interessou pela sua manutenção. Tiveram assim origem as actuais linhagens, quer as dos criadores portugueses, quer as dos criadores estrangeiros que demonstram especial interesse por estes cães.
Temperamento: Os cães de água portugueses são meigos, leais e de extrema obediência, estabelecendo laços de cumplicidade muito intensos com os donos.Não são agressivos, tendo facilidade de relacionamento com desconhecidos. Também têm facilidade em estabelecer contactos com outros cães. Com crianças, comporta-se como se fosse apenas mais uma delas, participando nas suas brincadeiras e estando sempre pronto para uma corrida ou para um passeio.É, no entanto, um excelente guarda e protector, quer das crianças quer do seu espaço.A água é a sua perdição, é como se fosse o seu elemento natural.
Nadador: Estes cães adoram nadar, seja num lago calmo ou no mar mais agitado. Possuem nas suas patas umas membranas interdigitais, semelhantes às encontradas nas aves palmípedes, que lhes permitem nadar com extrema facilidade.
Difícil de encontrar: Ao contrário de outras, não é uma raça muito encontrada como cão de companhia. Não existem muitos criadores, nem é particularmente fácil de encontrar à venda no grande circuito comercial de lojas de animais, apesar de ser é um excelente companheiro e fiel amigo para ter ao seu lado.Para adquirir um cão desta raça, deve de procurar um criador.
Tamanho: Machos entre 50 e 57 cm de altura.Fêmeas entre 43 e 52 cm de altura.
Pelagem: Encontram-se dois tipos de pelo, um comprido e ondulado e outro mais curto e encaracolado.É um cão com pêlo pouco agressivo para pessoas com a tradicional alergia aos pelos de cão.
Cores mais comuns: Branco, preto, castanho ou branco malhado.
tudo sobre o baixote
Outros nomes:DachshundTeckelOrigem:Alemanha
Altura média quando adulto:13 a 25 cm
Peso médio quando adulto:Miniaturas 4 a 5 kg,Standard 7 a 11 kg
Cores mais comuns: Vermelho, preto, bronze, castanho, chocolate, cinza, fulvo e arlequim.
Existem 3 tipos de pelagem; pêlo curto, pêlo duro e pêlo longo.
Esperança média de vida:Entre 14 e 17 anos
tudo sobre o bull terrier
Origem: Grã-BretanhaCão de trabalho; defesa.Aspecto geral. O bull terrier é forte, musculoso e muito activo, mas também corajoso e inteligente.O seu focinho arqueado é característico da raça, bem como a sua cabeça oval.
Comportamento: O bull terrier é um guerreiro por natureza, dotado de coragem extrema e muito inteligente. Apesar destas características, com um dono disciplinador e persistente e com competências pessoais para lidar com um cão desta raça, o animal torna-se obediente à voz de comando e conhece bem os sus limites.Esta raça é de grande fidelidade para com os donos, sejam eles adultos ou crianças. Muito territorialista com estranhos, não permite intromissões no seu espaço, ou daquele que lhe compete guardar.Com outros cães, terá sempre uma relação difícil, principalmente com cães estranhos e entre machos.O bull terrier precisa de muita atenção. Será bom para o dono que nunca ignore um cão desta raça, senão vai tornar-se um problema em casa.
Tamanho: Os bull terrier adultos machos atingem uma altura média de 55 cm, sendo as fêmeas um pouco mais pequenas.
Peso: Os machos adultos atingem por vezes um pouco mais de 25 kg, já as fêmeas ficam por volta dos 20 kg.
Cored mais comuns: Tigrado é branco, unicolor preto, branco ou castanho, e branco malhado de castanho ou preto.
tudo sobre o boto
Boto, nome dado aos golfinhos da região amazônica. Eles são os únicos mamíferos completamente aquáticos da Amazônia.NOME COMUM: Boto, mas, também é usado como Bouto ou Boutu.
NOME CIENTÍFICO: Inia geoffrensis
NOME EM INGLÊS: Pink Dolphin
OUTROS NOMES: Golfinho do Rio Amazonas; Boto cor-de-rosa; Bufeo; Tonina; Golfinho rosa; Toninha rosa; Boto-vermelho
FILO: Chordata
CLASSE: Mammalia
ORDEM: Cetacea
FAMÍLIA: Platanistidae
TAMANHO: 1,8 a 2,5 metros
PESO NO NASCIMENTO: mais ou menos 7 quilos.PESO ADULTO: 85 a 160 quilos
REPRODUÇÃO: A estação de procriação inicia entre outubro e novembro. Com nascimentos que acontecem 8.5 meses depois, em maio e julho quando os níveis de água chegam no limite. Os jovens nascem com 80 cm . A Duração de lactação ninguém tem certeza mas, um indiviual foi encontrado mamando um ano depois de seu nascimento.
COMPORTAMENTO: Estes animais são normalmente solitários ou encontrados aos pares com sua mãe. Se juntam para se alimentar e acasalar. Eles são os nadadores normalmente lentos, mas capaz de chegar a pequenas velocidades, até 23 km/hr.
O Boto é uma criatura curiosa, a respiração, as vezes, barulhenta pode se elevar até 2 metros. Ativo sobretudo no amanhecer e entardecer, ele salta, às vezes, mais de um metro. O mergulho dura, geralmente, 30 à 40 segundos.
Os botos, como seus parentes no mar, possuêm atitudes amistosas em relação ao homem e dão prova de grande inteligência.
HABITAT: Rios de água doce.
LOCALIZAÇÃO: É encotnrado no Rio Amazonas, Negro, Mamore, e Orinoco. Rios do Peru, Equador, Brasil, Bolívia, Venezuela, e Columbia. (Veja, no mapa ao lado, a região em vermelho).
CARACTERÍSTICAS: Seu corpo é granuloso, com nadadeiras dianteiras muito grandes e bico denteado, longo e estreito (veja a imagem ao lado). Uma das características são os pêlos modificados (vibrissas) sobre a parte superior do bico, que provavelmente têm função tátil. Depois de anos de isolamento nas águas turvas do rio, a seleção natural permitiuque o senso de visão se reduzisse um pouco, e daí resultaram olhos que são muito menores que os dos distantes golfinhos do mar. O Boto da Amazônia apresenta uma saliência na cabeça, o "melão", por onde emite ondas ultra-sonoras. Estas ondas refletem sobre os corpos sólidos, retornando como eco, orientando o boto, perfeitamente, em águas negras ou barrentas, com reduzida ou até nenhuma visibilidade.
SOCIABILIDADE 1 a 2 indivíduos, até 15 em estação seca
ALIMENTAÇÃO: O Boto alimentam em uma variedade de peixes e caranguejos. Também se alimentam ocasionalmente de pequenas tartarugas. Alimenta-se de peixes, mas pode também ingerir moluscos e crustáceos.
POPULAÇÃO MUNDIAL E AMEAÇAS: População desconhecida, a ameaça deste golfinho é as redes de pesca, caça, a poluição, a destruição do hábitat natrural. Sua carne não é apreciada mas, os homens utilizam a sua gordura para óleo de lanternas, os olhos e a genitália para feitiço.
COR: Existe o boto cor-de-rosa e o boto branco. O jovem nasce cinzento e vira um cor-de-rosa manchado quando eles ficam maduros. A coloração pode variar bastante com a idade, atividade e local em que o animal vive e está ligada com a irrigação sanguínea dos vasos subcutâneos.
SURGIMENTO DO NOME: Os índios de Guarayo da Bolívia chamavam este golfinho Inia. Quando Geoffroy St. Hilaire o encontrou usando o nome dos índios para a classificação do gênero. Após a expedição de Jacques Cousteau, esse boto foi impropriamente denominado de "boto-cor-de-rosa". Porém, o Inia sempre foi conhecido como boto-vermelho, tanto pelos ribeirinhos, como pelos pesquisadores do INPA, e a nova denominação causou insatisfação.
PARTICULARIDADE: Os botos apresentam uma particularidade: sua genitália é semelhante à do homem e da mulher. Daí existirem estórias a respeito de relações sexuais entre homens e fêmeas do boto, e mulheres com o boto macho.
O BOTO E AS HISTÓRIAS E LENDAS - Sobre botos existem mil e uma histórias e mil e uma crenças. Segundo a lenda, os botos, ao anoitecer, transformam-se em jovens bonitos, altos, fortes, bons dançarinos e bebedores. Voluptuosos e sedutores, freqüentam bailes, namoram e enganam as moças que chegam às margens dos rios, engravidando-as. De madrugada voltam para o rio onde recuperam a forma animal.
É comum, no norte do Brasil, a expressão 'filho de boto' para definir filhos sem pai. As primeiras informações sobre o boto apareceram no século XIX. Na época, o desconhecimento sobre esta espécie fez surgir histórias variadas como, por exemplo, que o boto amazônico é uma réplica da mãe d'água e o boto tucuxi ajuda aos náufragos, empurrando-os para a praia. O olho do boto, seco, é um eficaz amuleto amoroso depois de manipulado pelo feiticeiro.
A mulher menstruada não pode viajar de canoa, porque o boto a persegue, e, se houver descuido, pode até ser arrebatada da "montaria".
Há, inclusive, crianças registradas como "filho do boto". Segundo as crendices populares da Amazônia, quando os ribeirinhos promovem festas nos barracões, nas ribanceiras do rio, o boto, vestido com roupa branca, impecável, e de chapéu na cabeça, mistura-se entre os homens. Ostenta elegância e educação e demonstra habilidade na dança, atraindo os olhares das mulheres que, imediatamente, ficam encantadas por ele. O boto escolhe a dama com a qual dançará por toda a noite, enquanto os homens lançam olhares de inveja e de ciúmes. Essa dama é sempre a "cabocla" mais linda e a mais cobiçada do baile.
Quase sempre, a dançarina enamora-se do lindo jovem e sai com o boto, ao relento, para passear embaixo das mangueiras. Meses após o baile, a moça, ainda encantada e saudosa dos carinhos do "homem" mais galante que conheceu, apresenta os primeiros sinais de gravidez não planejada... "foi o boto!" Ao registrar o filho, a mãe solteira informa, com orgulho, que "o pai da criança é o boto!".
Dizem que em naufrágios o boto procura socorrer os náufragos. Segundo uma versão, ajudaria apenas as mulheres, até para manter sua fama de conquistador... Noutra, ajuda indiferentemente homens e mulheres. Não são poucas as pessoas que, ao escaparem de morrer afogados, atribuem- além de a Nossa Senhora de Nazaré - ao boto o seu salvamento.
Os órgãos sexuais, quer do boto quer da sua fêmea, são muito utilizados em feitiçarias, visando a conquista ou domínio do ente amado. Porém o mais utilizado mesmo é o olho de boto , que é considerado amuleto dos mais fortes na arte do amor. Dizem mesmo que, segurando na mão um amuleto feito de olho de boto, tem que Ter cuidado para olhar, pois o efeito é fulminante: pode atrair até mesmo pessoas do mesmo sexo, que ficarão apaixonadas pelo possuidor do olho de boto, sendo difícil desfazer o efeito...
Contam-se várias histórias em que maridos desconfiados de que alguém estava tentando conquistar suas mulheres, armaram uma cilada para pegar o conquistador. A cilada geralmente acontece à noite, onde o marido vai a luta com o seu rival e consegue feri-lo com uma faca, ou tiros ou com um arpão... Mas o rival, mesmo ferido, consegue fugir e atirar-se n'água. No dia seguinte, para surpresa do marido e demais pessoas que acompanharam a luta, aparece o cadáver na beira d'água, com ferimento de faca, ou de tios ou ainda com o arpão cravado no corpo, conforme a arma utilizada, não de um homem, mas pura e simplesmente... de um boto!
tudo sobre a anta

NOME COMUM: Anta, Tapir
NOME EM INGLÊS: Brazilian Tapir
NOME CIENTÍFICO: Tapirus terrestris
FILO: Chordata
CLASSE: Mammalia
ORDEM: Perissodactyla
FAMÍLIA: Tapiridae
CARACTERÍSTICAS:(Tapir brasileiro)
comprimento da fêmea: até 2 m
Altura: até 1 m
Peso: até 200 Kgnão há época especial de acasalamento
Período de gestação: 390 a 400 dias
Filhotes: 1 ou raramente 2
Lenda:
Uma lenda conta que, quando o mundo foi feito, o Criador formou a anta
com partes tomadas de empréstimo de outros animais. Isto explicaria
porque a anta ou tapir tem a forma de um porco, pé de rinoceronte,
cascos de boi e o focinho como uma pequena tromba de elefante. Em
temperamento, porém, não é igual a nenhum desses animais. É um bicho
pacífico, tímido, que se esconde durante o dia e sai a noite para comer
folhas, ervas e raízes. Somente a fêmea, bem maior que o macho, desafia
qualquer um que tente atacar seu filhote. A anta esconde-se na água. O
macho adulto isola-se como o javali mas é muito mais cauteloso. Os
demais vivem em grupos. Os jovens também têm pelo curto e espesso, mas
coberto de manchas e listras longitudinais que desaparecem quando o
animal cresce.
Especies: Há 4 espécies de anta. Três delas, a anta de Baird, a anta brasileira e a anta da montanha, são encontradas nas florestas tropicais e montanhas da América do Sul. A anta asiática tem uma capa de pelo branco no meio das costas. Isso faz dela uma presa fácil para os tigres.
Especies: Há 4 espécies de anta. Três delas, a anta de Baird, a anta brasileira e a anta da montanha, são encontradas nas florestas tropicais e montanhas da América do Sul. A anta asiática tem uma capa de pelo branco no meio das costas. Isso faz dela uma presa fácil para os tigres.
tudo sobre o bicho-de-seda
NOME COMUM: Bicho-da-sedaNOME EM INGLÊS: silkworm
NOME CIENTÍFICO: Bombyx mori
REINO: Animália
FILO: Arthropoda
CLASSE: Insecta
SUPERORDEM: Amphiesmenoptera
ORDEM: Lepidóptera
SUBORDEM: Glossata
SUPERFAMÍLIA: Bombycoidea
FAMÍLIA: Bombycidae
GÊNERO: Bombyx
ALIMENTAÇÃO: O bicho-da-seda alimenta-se exclusivamente de folhas de Amoreira ao longo de toda a sua fase de vida larvar.
DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA: De acordo com a distribuição geográfica, o bicho-da-seda é identificado como de origem Japonesa, Chinesa, Europeia ou Indiana.
Caracteristicas e curiosidades: O bicho-da-seda é a larva de uma espécie de mariposa (Bombyx mori) usada na produção de fios de seda. Este insecto é nativo do Norte da China mas encontra-se actualmente distribuído por todo o mundo em quintas de produção de seda, denominada sericicultura.
O bicho-da-seda quando nasce tem apenas cerca de 2,5 mm de comprimento. Durante 42 dias ele como sem parar, sofre quatro metamorfoses - ovos, lagartas, pupa e adulto - e tem seu peso original aumentado em 10.000 vezes. O bicho-da-seda é uma largata, a larva de uma borboleta, e come grandes quantidades de folhas até chegar a 5 cm de comprimento. Nesta época, procura um cantinho tranqüilo e começa a tecer seu casulo. O casulo branco-amarelado brilhante é feito de um único fio com muitos metros de comprimento. O bicho-de-seda fia a seda ao redor do seu corpo desenvolvendo movimentos geométricos em formato de oito, até que todo o seu líquido seja usado . Depois de 3 dias de fiação atingindo entre 700 e 1,200 mil metros de fio, o casulo está completo. A lagarta converte-se em pupa, e se for mantida viva, transforma-se em mariposa em aproximadamente 10 a 12 dias, e o ciclo de vida termina com o rompimento do casulo e quebra do longo fio de seda em muitos fios curtos.
Seus ovos, durante a incubação, devem ficar numa temperatura entre 20 a 23ºC. Algumas borboletas fêmeas chegam a incubar dezenas de milhares de ovos em 15 dias.
Para se ter uma idéia, a partir de 30 gramas de ovos, saem aproximadamente 40.000 bichos, que devoram em oito semanas, 350 quilos de folhas.
tudo sobre o coloco-preto-e-branco-ocidental
NOME COMUM: Colobo-preto-e-branco-ocidental
NOME EM INGLÊS: Angolan black and white colobus or Colobus Monkey
NOME CIENTÍFICO: Colobus polykomos angolensis
REINO: Animal
FILO: Chordata
CLASSE: Mamalia
ORDEM: Primatas
FAMÍLIA: Cercopithecidae
SUBFAMÍLIA: Colobinae
GÊNERO: Colobus
DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA: África Central. Angola, a República Democrática de Congo (o Zaire), Ruanda, Burundi, Zâmbia, Quênia, Tanzânia,.
HABITAT: O colobo prefere florestas primárias e secundárias, floresta fluvial, e gramado arborizado. Vivem em grupos sociais consistindo em um adulto macho com muitas fêmeas e seus filhotes. Um total que varia de 6 a 20 indivíduos.
ALIMENTAÇÃO: Frutas, plantas e insetos. Nos zôos são alimentados com frutas e vegetais além de ração para macacos.
TEMPO DE VIDA: 20 a 30 anos
TAMANHO: 76 cm
PESO: de 7 a 13 kg
GESTAÇÃO: aproximadamente 6 meses
REPRODUÇÃO: depois de uma gestação de 6 meses a fêmea deixa o grupo para dar a luz e retorna um dia depois com seu bebe recém-nascido. No início a fêmea segura o bebe em seus braços, passado algumas semanas ele está forte suficiente para agarrar nas costas da mãe e poder se segurar sozinho.
DESMAME: O filhote é desmamado com aproximadamente sete meses mas depois de 6 semanas de nascido já começa a se alimentar de folhas.
PREDADORES: Leopardos, grandes águias e o homem.
STATUS: Razoavelmente comum ao longo da África equatorial. Listado como baixo risco pelo IUCN (The Word Conservation Union). Muito caçado no século IX a população global foi muito reduzida. Algumas tribos africanas usavam seus pêlos longos como adornos na cabeça em cerimônias. Hoje o número de indivíduos é estável e são bastantes estáveis em número, mas a perda do habitat ainda é uma ameaça.
CÔR e PELAGEM: O colobo possui o pêlo branco e preto. A sua coloração serve de sinais para outros do grupo. Os filhotes nascem brancos e se tornam gradualmente pretos em alguns meses depois.
O colobo é o mais arbóreo de todos os macacos africanos e raramente desce ao chão. Usa os galhos das árvores como trampolim para saltar de uma árvore para outra e podem atingir pulos de até 15 metros. Acredita-se que os pêlos longos e o rabo servem como pára-quedas durante seus longos pulos.
SIGNIFICADO: O nome colobus deriva de uma palavra que significa “um mutilado” porque diferentemente dos outros macacos eles não possuem o dedão. Seus dedos são longos e permitem pular de uma árvore para outra.
SOM: Algumas vezes eles arrotam um na cara do outro como sinal social amigável. O som é uma chamada de advertência dos machos e seu território é bem definido sendo defendido pelo macho e muitas vezes pelas fêmeas.
ESTUDO: Os habitantes dizem que eles podem prever o tempo, pois ficam quietos quando o tempo ruim está por vir.
Uma lenda árabe diz que um macaco colobo rasgará sua pele quando estiver ferido. A lenda africana diz que estes macacos são “mensageiros dos deuses” por causa do hábito de empoleirar nos topos das árvores ao amanhecer, sentado silenciosamente como se estivesse fazendo uma oração.
tudo sobre a boca-de-fogo
País de origem: África (bacia do Congo)
Comprimento: 9 cm
Reprodução: ovíparo
Água: neutra a ligeiramente ácida (7.0 a 6,8),
Temperatura: 23 a 28c.
Aquário: médio a grande bem plantado.
Comportamento: pacífico
Alimentação: insetos, crustácios, derivados de plantas, aceita bem flocos. alconBASIC, alconSHRIMP, Blood Worns F.D. e Tubifex F.D.
Comprimento: 9 cm
Reprodução: ovíparo
Água: neutra a ligeiramente ácida (7.0 a 6,8),
Temperatura: 23 a 28c.
Aquário: médio a grande bem plantado.
Comportamento: pacífico
Alimentação: insetos, crustácios, derivados de plantas, aceita bem flocos. alconBASIC, alconSHRIMP, Blood Worns F.D. e Tubifex F.D.
tudo sobre o baliste
O
Baliste ou também chamado de Cângulo, é um peixe encontrado em regiões
de corais. Possui um bico córneo na boca semelhante ao de um papagaio,
do qual ele se utiliza para quebrar corais, moluscos e ouriços, com os
quais se alimenta. Cabeça grande, olhos próximos aos raios espinhosos da
nadadeira dorsal. As nadadeiras dorsal e anal estão no mesmo nível e
podem mover-se de maneira independente, assemelhando-se a asas. Possui
uma mancha escura na região anal e apresentam faixas estreitas de cores
variadas do focinho até os olhos. Atinge até 25 cm de comprimento.Origem: Oceano Indo-pacífico.
Ambiente: Temperatura entre 24 e 26 ºC, pH de aproximadamente 8, densidade de aproximadamente 1020, iluminação de intensa a média, fundo com alguns esconderijos e bastante espaço para nado.
Alimentação: Espécie onívora, quando ambientada é bastante exigente. Pode ser alimentada com Alcon Gold Marin Sticks , Alcon Gold Marin Flakes , Alcon Shrimp e Alcon Blood Worms F. D.
Comportamento: Vivaz e inteligente, recomenda-se manter apenas um exemplar, pois é agressivo para com os da mesma espécie. Não colocá-lo em aquários de corais ou rochas vivas pois poderá comê-los.
tudo sobre o sagui cabeça de algodao
FILO: ChordataCLASSE: Mammalia
ORDEM: Primates
FAMÍLIA: Callithrichidae
NOME CIENTÍFICO: Saguinus oedipus
CARACTERÍSTICAS: Comprimento: 25 cm
Cauda: 35 cm
Peso: 400 g
Curiosidades: O sagüi-cabeça-de-algodão é o único calitriquídeo que habita a parte ocidental dos Andes. É um habilíssimo saltador capaz de cobrir uma distância de mais de 3 metros entre uma árvore e outra. Para se comunicar com membros de seu grupo, ele usa sons característicos que parecem um chilreio de pássaro. Vive por toda a Colômbia, das "terras quentes" da costa atlântica aos vales centrais e ao noroeste, na fronteira com o Panamá.
O sagüi-cabeça-de-algodão tem uma crina branca hirsuta, a cabeça escura, as costas marrom avermelhadas e a barriga e as patas brancas. É o mais carnívoro dos pequenos primatas americanos. Com seus caninos possantes, ele pode matar de um só golpe, com uma mordida no crânio, pequenas aves e ratos.
Vive em grandes grupos, com um único líder e uma só fêmea reprodutora. O acasalamento é precedido de uma troca de carícias; a fêmea lambe a cara do macho, enquanto este pega e cheira a cauda da fêmea. A gestação dura de 5 a 6 meses.
tudo sobre o ceratossauro
Nome Comum: CeratossauroNome em Inglês: Ceratossaurus
Nome Científico: Ceratosaurus nasicomis
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Superordem: Dinosauria
Ordem: Saurischia
Subordem: Theropoda
Infraordem: Ceratosauria
Micro-ordem: Família: Ceratosauidae
Gênero: Ceratosaurus
Distribuição geográfica: América do Norte e Portugal
Época: final do período Jurássico, ao redor de 150 milhões de anos atrás.
Peso: Cerca de 1 tonelada
Tamanho: ao redor 6 a 8 metros em comprimento, 2.5 metros altura
Alimentação: Carnívora. Não era o maior dos predadores de sua época, mas era suficientemente grande para abater grandes herbívoros.
Velocidade: Significado do nome: " largato de chifre nasal", devido à protuberância que possui no focinho.
Descoberto: descoberto na Formação Morrison da América do Norte, na Tanzânia e em Portugal. a especie foi descrita em 1884 por O. C. Marsh, (paleontólogo americano nascido em Nova York) e redescrito por Gilmore em 1920.
Espécies: C. nasicomis; C. ingens; C. dentisulcatus; C. magnicomis
Características: É um parente do Alossauro, mas ao contrário de todos os outros grandes terópodes que viveram após ele, tinha quatro dedos nas patas superiores. Além disso tinha estranhas protuberâncias ósseas sobre os olhos.
O Ceratossauro viveu ao lado de dinossauros como Allosaurus, Torvosaurus, Apatosaurus, Diplodocus, e Stegosaurus. Pode ter competido com Allosaurus pela presa, entretanto era menor ao redor 6 a 8 metros em comprimento, 2.5 metros altura, e pesando 500 kg até 1 tonelada.
O Ceratossauro teve um corpo mais longo, mais flexível, com um rabo fundo amoldado como os dos crocodilos. Isto sugere que fosse um nadador melhor que o Allosaurus. Um recente estudo por Bakker sugeriu que Ceratosaurus geralmente caçasse presa aquática, como peixes e crocodilos, embora tinha potencial para se alimentar dos grandes dinossauros.







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